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Atentado Napalm - O Preço do Amanhã (Prod. Vibox)

Atentado Napalm

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Atentado Napalm - O Preço do Amanhã (Prod. Vibox)

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Atentado Napalm
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Ouça em todas as plataformas digitais https://onerpm.link/986365160318 Música Produção músical: Vibox Direção vocal: Vibox Mix e Master: Oluas Vídeo Roteiro e direção Atentado Napalm Imagens e edição Thiago NoRec Letra A vida dele é tipo um autorama Seu drama nessa trama é o que o autor ama Dando voltas nessas ruas na busca da grana Os corpos na calçada que não é da fama Está gritando : Ae moça, dá um trocado aí Fortaleça com o almoço desse tio aqui Ela tem medo, sobe o vidro e já vai seguir Só a justiça divina pode intervir A vida dele é tipo um autorama Seu drama nessa trama é o que o autor ama Dando voltas nessas ruas na busca da grana Os corpos na calçada que não é da fama Está gritando : Ae moça, dá um trocado aí Fortaleça com o almoço desse tio aqui Ela tem medo, sobe o vidro e já vai seguir Só a justiça divina pode intervir A química é que o distrai, danos cerebrais Mais um alcoólatra que não conheceu os pais Deixou saudade pois não tem bens materiais Só um bilhete com adeus em letras garrafais A química é que o distrai, danos cerebrais Mais um alcoólatra que não conheceu os pais Deixou saudade pois não tem bens materiais Só um bilhete com adeus em letras garrafais Refrão Eu não sei a onde eu estarei no horizonte Tem coisas que o tempo não apaga Me lembro como se fosse ontem Me lembro como se fosse hoje O peso de um mundo doente O preço de não enxergar a frente Nem queira saber o preço do amanhã Nem queira saber Com terno e gravata ele se vestia Depois trabalhava 24 horas por dia Todo dinheiro que ele ganhava ele reinvestia Atrás da felicidade se esqueceu das alegria Com terno e gravata ele se vestia Depois trabalhava 24 horas por dia Todo dinheiro que ele ganhava ele reinvestia Atrás da felicidade se esqueceu das alegria Pelo vitro do carro ele jogava latinhas vibrava ao explanar que oprimiu quem te oprimia Desde criança era incitado a valentia Se na rua ele apanhava em casa na mulher batia Sofreu um ataque de taquicardia Seu corpo exausto descansou no chão Morreu sonhando em ficar rico um dia Com o dinheiro que ele guardava embaixo do colchão Refrão Eu não sei a onde eu estarei no horizonte Tem coisas que o tempo não apaga Me lembro como se fosse ontem Me lembro como se fosse hoje O peso de um mundo doente O preço de não enxergar a frente Nem queira saber o preço do amanhã Nem queira saber Pés no chão, cabeça avoada Viajava longe mesmo sem sair de casa Nem era monge e parece que meditava Ninguém escolhe ter uma mente perturbada Desde pequeno era o fardo que carregava Alegaram insanidade no seu relatório Não teve amigos e nenhuma namorada Sua família foram membros de um sanatório Pra sociedade é transtorno não ser igualzinho O preço da diferença foi pago sozinho Esse mundo é dos loucos Ele era Um Estranho no Ninho Cérebro dopado igual o Sid do Pink Floyd Já é Iluminado e nem tá ciente Cara de maluco, igual Christopher Lloyd Sem planos pro futuro nasceu paciente Refrão Eu não sei a onde eu estarei no horizonte Tem coisas que o tempo não apaga Me lembro como se fosse ontem Me lembro como se fosse hoje O peso de um mundo doente O preço de não enxergar a frente Nem queira saber o preço do amanhã Nem queira saber