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LIÇÃO 01: A EXCELÊNCIA DO FILHO DE DEUS | EBD PECC

Alejandro Ramos

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LIÇÃO 01: A EXCELÊNCIA DO FILHO DE DEUS | EBD PECC

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Alejandro Ramos
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Estudo Bíblico da Revista do Programa de Educação Cristã Continuada (PECC) - IEADAM Revista do Quarto Trimestre - Hebreus e Tiago Estudo 01 Daniel 01 A Excelência do Filho de Deus Tópicos 00:00 | APRESENTAÇÃO 02:53 | 1. A CARTA AOS HEBREUS 12:30 | 2. QUEM JESUS É (1.3) 21:13 | 3. O QUE JESUS FEZ (1.3) 30:00 | APLICAÇÃO PESSOAL Link dos Slides https://drive.google.com/file/d/1wLfT... ________________________________________________________ Resumo da lição 1. A carta aos Hebreus A carta foi escrita para cristãos de origem judaica que estavam sofrendo perseguição e sendo pressionados a abandonar a fé em Cristo e retornar aos ritos e práticas do judaísmo. O autor procura mostrar que voltar para o sistema antigo seria abandonar aquilo que encontrou seu cumprimento em Cristo. Os três grandes propósitos apresentados são: Mostrar que Jesus é superior a qualquer pessoa ou coisa. Capacitar os cristãos a responderem aos judaizantes. Incentivá-los a permanecerem fiéis a Cristo, mesmo diante da perseguição. 2. Quem Jesus é — Hebreus 1.3 A lição destaca três características: A. Jesus é o resplendor da glória de Deus “Ele, que é o resplendor da glória...” (Hb 1.3) Jesus não apenas reflete a glória de Deus como se fosse algo externo a Ele. A ideia apresentada é que a glória de Deus é manifestada no próprio Filho. A transfiguração é utilizada como exemplo: aquilo que Jesus era em sua essência foi, por um momento, manifestado aos discípulos. Ideia principal: em Jesus, a glória de Deus tornou-se conhecida. B. Jesus é a expressão exata do ser de Deus “E a expressão exata do seu Ser.” (Hb 1.3) A palavra usada no texto é relacionada a charaktēr, que carregava a ideia de uma marca ou impressão exata. Assim, Jesus não apresenta uma imagem distorcida ou incompleta de Deus. Por isso, a lição relaciona Hebreus 1.3 com João 14.9: “Quem me vê, vê o Pai.” Ideia principal: Jesus revela perfeitamente quem Deus é. C. Jesus sustenta toda a criação “Sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder.” (Hb 1.3) Cristo não somente participou da criação. Ele também sustenta aquilo que criou. Portanto, Deus não criou o universo e simplesmente o abandonou. Cristo continua exercendo autoridade sobre toda a criação. 3. O que Jesus fez A segunda parte da lição passa da pessoa de Cristo para sua obra. A. Trouxe uma revelação superior Hebreus 1.2 diz: “Nestes últimos dias, nos falou pelo Filho...” Deus falou anteriormente através dos profetas, mas agora falou por meio do Filho. Cristo é, portanto, simultaneamente: o mensageiro; e a própria mensagem de Deus. B. Ofereceu um perfeito sacrifício Hebreus 1.3 afirma: “Depois de ter feito a purificação dos pecados...” A ideia é que Jesus realizou aquilo que o ser humano não poderia realizar por si mesmo: a purificação dos pecados. O destaque está na obra concluída de Cristo. A salvação não é apresentada como resultado da capacidade humana de se purificar, mas da obra realizada por Jesus. E o último subtópico: “Reassumiu a sua glória” Esse subtópico é muito importante porque fecha o movimento de Hebreus 1.3. O versículo completo diz: “...depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas.” — Hebreus 1.3 A ideia de “reassumiu a sua glória” está relacionada à exaltação de Cristo depois de sua obra redentora. É importante fazer uma distinção: Jesus não deixou de ser Deus quando veio ao mundo. Na encarnação, o Filho assumiu a natureza humana. Ele viveu humildemente, sofreu, morreu e realizou a purificação dos pecados. Depois da ressurreição e ascensão, Cristo foi exaltado à direita do Pai. Por isso, podemos visualizar a sequência assim: Glória eterna → Encarnação → Humilhação → Sacrifício → Ressurreição → Ascensão → Exaltação Ou, de maneira ainda mais simples: Ele veio da glória, realizou a obra da redenção e voltou à glória. A expressão “reassumiu a sua glória”, portanto, não deve ser entendida como se Jesus tivesse deixado de ser Deus durante sua vida terrena. É melhor compreendê-la como a retomada da manifestação gloriosa e da posição de exaltação que pertenciam ao Filho, agora depois de ter consumado a obra da redenção. E existe um detalhe muito bonito em Hebreus: Ele se assentou. Isso transmite a ideia de uma obra concluída. O Filho não está tentando completar o sacrifício; a purificação dos pecados foi realizada. Depois disso, Ele se assenta à direita da Majestade. ‪@alejandrojgramos‬