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Afonso Portinha _ A Cotovia | Part. Isabel Silvestre

Afonso Portinha

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Afonso Portinha _ A Cotovia | Part. Isabel Silvestre

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Afonso Portinha
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#afonsoportinha #acotovia #isabelsilvestre “A Cotovia”, o pássaro que não cantou mais…. Foi embora ou sua voz foi calada? Uma música “desenhada” pelo meu tio Silvestre Gomes e que reflete a tristeza dele ao perceber que, após muitos anos de ausência da sua terra Natal, Vilarinho, esta já não tinha o amor dos velhinhos que cultivavam as terras ou os cantares que davam cor às serras. Com um novo arranjo e paixão pelo projeto de todos, abaixo mencionados, estou certo que é uma nova oportunidade de vermos cotovias a voar. Se não for pelas serras, que seja no coração de cada um de nós. Muito obrigado a todos, em especial ao Dinis (meu irmão) e Gregório (meu avô) pela entrega que deram à sua personagem e à Isabel por dar a sua força tão própria a esta canção. Obrigado, ainda, a todos os que não estão, mas têm um papel importante para que o sonho vire realidade. Um FORTE abraço, compartilhem e desfrutem da "Cotovia"! Façam-na voar bem alto! Uma Produção de Afonso Portinha Contatos: Instagram- @afonso portinha E-mail: silvestreportinha@gmail.com Música: Letra e Melodia: Silvestre Gomes Arranjo Musical: Afonso Portinha e Eva Pinho Produção Musical: Sonante Estúdio Áudio (Eva Pinho) Contato: sonante.estudio.audio@gmail.com; Afonso Portinha, João Almeida e Rodrigo Silva Gravação: Unistudio (Rodrigo Silva, Nuno Santos e Sérgio Cunha) Contato: unistudioaudio@gmail.com Mistura e Masterização: Rodrigo Silva Contato: Instagram - @rodrigobsilva Vozes: Afonso Portinha Isabel Silvestre Acordeão: Daniela Fernandes Guitarra Elétrica e Viola Beiroa: Rodrigo Silva – Insta: @rodrigobsilva Percussão: João Almeida - Insta: @joaoalme1da *Muito obrigado a estes fantásticos músicos e amigos que deram asas à “Cotovia” para que possa, agora, voar bem alto! Vídeo: Edição e Realização: Tiago Rodrigues Vídeo Contato: Instagram- trvideografo Afonso Portinha e Marco Marques Direção de Fotografia: Foto David Marques (Marco Marques) Contato: fdmarques@gmail.com Técnico de Luzes (Cine-Teatro Jaime Gralheiro): Mário Figueiredo Locais: Casa Silvestre, Vilarinho (Manhouce) https://casasilvestre.pt/ Contatos: Tel- 934207647 E-mail- geral@casasilvestre.pt Cine-Teatro Jaime Gralheiro, S.Pedro do Sul https://www.cm-spsul.pt/conteudo.asp?... *Muito obrigado à Casa Silvestre, Junta de Freguesia de Manhouce (Carlos Laranjeira) e Câmara Municipal de S. Pedro do Sul por darem um ninho tão belo à “Cotovia”! Interpretação: Afonso Portinha, Daniela Fernandes, Dinis Portinha, Gregório Silvestre, Isabel Silvestre, João Almeida, Rodrigo Silva *Muito obrigado a estes “atores” amigos e familiares que deram cor às penas Da “Cotovia”! Agradecimentos Especiais: Dinis Portinha, Gregório Silvestre, Cristina Silvestre, Oscar Portinha, Natália Aido António Silvestre, Maria dos Anjos Correia, Carminda da Eira, Carlos Antunes, Nuno Silvestre, Carlos Laranjeira, Mário Figueiredo, Junta de Freguesia de Manhouce, Câmara Municipal de S. Pedro do Sul *Muito obrigado a estes amigos e familiares que tanta ajuda deram para criar o habitat ideal para a “Cotovia” Letra: Bala Grande, se me ouves Diz-me o que aconteceu Se quem cantava foi embora Ou se quem cantava morreu O fogo que te queimou Renovou-te para melhor Mas o que mais se renovou Parece que foi pra pior Eu ouvi a cotovia Cantar naquela ramada Cotovia foste embora Ou tua voz foi calada Diante de tanta tristeza A morte é quase nada Vilarinho sobe aos altos Vai ao encontro do céu Procura velhos caminhos Onde a vida se perdeu Vê o iteiro do Vintém Ou o alto da sacristia Foi lá que o sol se escondeu Fez-se noite ao meio dia Oh alto das cabeçadas Que tamanha solidão O frio que vem da estrela Congelou-te o coração Eu ouvi a cotovia Cantar naquela ramada Cotovia foste embora Ou tua voz foi calada Diante de tanta tristeza A morte é quase nada Até o cruzeiro do Alto Símbolo que o amor construiu O musgo cubriu-lhe as faces E Todo o amor já partiu A Mouta e a caparreira Velhas parecem melhor, Se um dia o fogo queimar Não renoveis pra pior Olhai as terras a monte Que um dia foram de pão Que os velhinhos cultivavam Com o amor do coração Eu ouvi a cotovia Cantar naquela ramada Cotovia foste embora Ou tua voz foi calada Diante de tanta tristeza A morte é quase nada Eu ouvi a cotovia Cantar naquela ramada Cotovia foste embora Ou tua voz foi calada Diante de tanta tristeza A morte é quase nada Diante de tanta tristeza A morte é quase nada Diante de tanta tristeza A morte é quase nada Afonso Portinha https://linktr.ee/afonsoportinha