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A Plenitude da Salvação da Fonte Inesgotável (Jesus Cristo) Para a Igreja

Momento da Unicidade de Deus

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A Plenitude da Salvação da Fonte Inesgotável (Jesus Cristo) Para a Igreja

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Momento da Unicidade de Deus
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Matéria completa em: https://momentodaunicidade.blogspot.com/ A plenitude da salvação não é uma teoria abstrata, um sistema filosófico ou um conjunto de tradições humanas acumuladas ao longo dos séculos. A Escritura declara categoricamente que tudo o que diz respeito à vida eterna e à reconciliação com Deus reside exclusivamente no Homem Jesus Cristo (Colossenses 1:19; Colossenses 2:9). Contudo, quando fala em plenitude, a Bíblia mostra que há uma dinâmica divina que vai da Fonte inesgotável — o tabernáculo de Deus (Hebreus 10:5) — até o seu recipiente terreno: a igreja. Entendamos como essa "transição de poder e autoridade" se processa. 1. A Plenitude Concentrada em Cristo: Suficiência Absoluta Contra a desolação, contra as trevas e contra o vazio da condição humana, Deus não deu à humanidade um sistema de regras, mas uma Pessoa. Na carta aos Colossenses, o apóstolo Paulo adverte a igreja para não se deixar enganar por conversas estranhas que contrariassem tal verdade. O motivo é muito simples: não há nada a ser acrescentado no plano de salvação formulado por Yahweh antes que o mundo existisse. · Colossenses 1:19: aprouve ao Pai que, no Homem Jesus, habitasse toda a plenitude (pleroma), i.e., que em tudo Ele tivesse a preeminência, sendo o primogênito da criação, o primogênito dentre os mortos, a imagem do Deus invisível, aquele que é antes de todas as coisas, o cabeça da igreja, aquele que criou e que sustenta tudo, a soma de todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento, o único caminho, a única verdade e a única fonte de vida. · Colossenses 2:9: naquele homem (corporalmente), habita toda a plenitude da divindade, não havendo necessidade de dar ouvidos a palavras persuasivas de sabedoria humana, nem a filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição de homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo. Tendo sido concebido pelo Espírito Santo e vindo ao mundo em uma gestação virginal (Mateus 1:20-23), porque convinha à humanidade um sumo sacerdote santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores e feito mais sublime do que os céus (Hebreus 7:26), Jesus, vazio dos atributos de poder (Filipenses 2:7) e menor do que os anjos (Hebreus 2:7), foi tentado em tudo e não cedeu, tornando-se o Cordeiro Imaculado que tira o pecado do mundo (Isaías 53:7; João 1:29; João 1:36; Hebreus 4:15; 1 Pedro 1:18-19). No batismo no Jordão, ao descer sobre Jesus o Espírito Santo (Mateus 3:16), a plenitude do Pai repousou sobre Ele sem medida (João 3:34), a fim de realizar as obras maravilhosas e libertar os oprimidos do diabo (Atos 2:22; Atos 10:38). Assim sendo, qualquer tentativa humana de buscar salvação fora d'Ele por meio de especulações filosóficas ou dogmas religiosos é trocar a substância pela sombra. 2. A Transferência da Plenitude para a Igreja (Efésios 1:23) A revelação atinge o seu ápice quando Paulo conecta a autoridade do Cristo ressurreto à vida da Sua comunidade em Efésios 1:22-23. Ali, a Igreja é definida como: "O seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos." Existe, portanto, um fluxo direto, glorioso, sobrenatural e ininterrupto estabelecido por Deus que funciona da seguinte maneira: A Divindade Habita na Cabeça: a plenitude do Pai em termos de plano de salvação reside inteiramente no Homem Jesus. A Cabeça Preenche o Corpo: a Igreja não possui vida ou plenitude em si mesma. Ela é o vaso receptor que é preenchido pelo transbordar da vida da Cabeça (a virtude do Espírito Santo). A Plenitude em Operação: como está escrito em Colossenses 2:10, "estais cheios [preenchidos] n'Ele, que é a cabeça de todo o principado e poder". 3. A Realidade em Vez de Sombras Enquanto a humanidade sem Deus padece na vaidade, nas trevas do pecado, na desolação e no vazio de suas construções intelectuais e filosóficas, a Igreja desfruta da realidade e de tudo que diz respeito à vida. O homem Jesus é a substância descrita nas profecias: o nosso altar, o nosso sacrifício, o nosso sumo sacerdote, o nosso incenso, o nosso tabernáculo, a expressão perfeita da glória de Yahweh, o princípio e o fim de todas as coisas [enquanto Palavra de Deus], em quem, por quem e para quem foram criadas todas as coisas que estão nos Céus e na Terra, a nossa vida e o nosso "tudo em todos" (Colossenses 3:11; Hebreus 1:3; Hebreus 10:1; João 1.3; Colossenses 1.16; Apocalipse 2.8). A salvação recebida pela fé não é um conceito vago, mas a própria vida do Pai manifestada no Filho, fluindo para dentro de nós. Por estarmos unidos a Cristo como Seu Corpo, fomos tirados do vazio e preenchidos por toda a riqueza da glória divina — tornando inútil e vazia qualquer outra fonte de sabedoria que não venha d'Ele. Por isso, a Igreja é considerada a plenitude de Cristo, funcionando como Seu corpo místico através do qual Ele escolheu expressar-se, agir e transbordar Sua graça no mundo.