Como a internet atravessa os oceanos? Por dentro dos cabos submarinos
Curiosidades Curiosas
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Como a internet atravessa os oceanos? Por dentro dos cabos submarinos
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Como uma mensagem consegue atravessar um oceano? Uma parte essencial das conexões internacionais da internet percorre cabos de fibra óptica escondidos no fundo do mar.
Neste documentário do Curiosidades Curiosas, descubra o que existe dentro desses cabos, como a informação viaja pela luz, para que servem os repetidores e como navios especializados instalam e consertam essa infraestrutura. Conheça também a história das conexões transatlânticas, o papel do Brasil e a diferença entre cabos e satélites.
Você imaginava que essa viagem acontecia pelo fundo do mar? Conte nos comentários e inscreva-se para conhecer a engenharia por trás do nosso mundo!
CAPÍTULOS
00:00 A viagem que você não vê
01:20 Do celular à rede
02:59 Por dentro do cabo
03:44 Repetidores e energia
04:57 Os primeiros cabos transatlânticos
06:10 Como um cabo é instalado
07:54 O Brasil e as rotas internacionais
08:36 Cabos ou satélites?
09:43 O que pode danificar um cabo
10:45 Como é feito o reparo
11:56 Caminhos alternativos
13:07 A infraestrutura por trás da internet
14:15 A viagem de uma mensagem
FONTES TÉCNICAS E HISTÓRICAS
União Internacional de Telecomunicações (UIT), TeleGeography, SUBCO, KIS-ORCA, International Cable Protection Committee (ICPC), CCRC, Library of Congress e Telxius/EllaLink.
CRÉDITOS DAS IMAGENS E FILMAGENS
Wikimedia Commons — CC BY 4.0:
Philip Nalangan (Macau); Maplemoths (Oceano Pacífico); Gordon Leggett (navios Île de Bréhat e Cable Innovator); Sunmosk (fibra óptica); Ka23 13 (Global Sentinel e Subaru); Antti Leppänen (bobina de fibra); Tessa Bury (instalação terrestre); LEE 003 (Asean Restorer); Christopher Down (data center em Luleå).
Wikimedia Commons — CC BY 3.0:
Philipp Weigell (estação na Islândia); SemaphoreX (Emulab, Universidade de Utah); Dhaluza (laboratório e emenda de fibra); CSIRO (servidores).
Wikimedia Commons — CC BY 3.0 BR:
Fábio Lima / Portal da Copa (vista aérea de Fortaleza e Castelão).
Wikimedia Commons — CC BY 2.0:
Per Henning / NTNU (fibra em laboratório); Odjair Baena / MCTI (amostras de cabos, transmissão, infraestrutura e inauguração da estação EllaLink em Sines); Jorge Brazilian e Lyssuel Calvet (Fortaleza); Carl Lender (servidores); Mike Reyher (centro de operações Architel); Erwin Soo (Singapura); Rawpixel Ltd (pessoas com celulares); Salvador.C (NYK Diana em Miraflores, Canal do Panamá).
Wikimedia Commons — CC0:
妖精書士 (estação de Chikura); Robert Charles Dudley / acervo The Metropolitan Museum of Art (quatro ilustrações históricas do Great Eastern: emenda, tanque, máquinas e recuperação do cabo).
Wikimedia Commons — domínio público:
Mathew Benjamin Brady (Cyrus West Field); fotografia do Great Eastern de 1866 atribuída a Robert Edward Holloway; Vmario (ferramenta para fibra); Adkluge (caixa de emendas); USDA (fusão de fibra); Master Sergeant Trish Bunting / U.S. Air Force (treinamento); David Burdick / NOAA (tubarões em Guam); Robert Simmon, com dados Landsat do USGS (Ilha de Jeju).
Outros acervos:
• Pixnio: fotografia de mão com celular, autor não identificado — CC0.
• StockSnap: Matt Moloney, fotografia de celular — CC0.
• NOAA Ocean Exploration: ROV Deep Discoverer, exploração do fundo marinho e mapeamento Hohonu Moana — domínio público.
• DVIDS / U.S. Air Force: Ryan Law e Johnathon Wines, instalação terrestre de fibra, registro 537849 — domínio público.
• DVIDS / U.S. Navy: Timothy Meyer, operação de âncora do USS Nimitz, registro 999202 — domínio público.
• Flickr / BSEE: tanque de cabos do Cable Enterprise, 2015 — domínio público; navio de cabos de energia, usado como imagem de apoio.
• U.S. Fish and Wildlife Service: Sean Varner, barco de pesca — domínio público.
• NASA: Dimitri Gerondidakis (satélite TDRS-L em preparação); Reto Stöckli, Robert Simmon e equipes NASA/MODIS/USGS (textura terrestre Blue Marble) — domínio público.
Adaptações visuais: recortes, reenquadramentos, composições, ajustes de cor e movimento digital. Filmagens usadas sem o áudio original. Modelos 3D e infográficos originais são explicativos, sem escala de engenharia. Registros de apoio não documentam acidentes com cabos. Miniatura ilustrativa. Os acervos e instituições citados não endossam esta produção.
#CabosSubmarinos #Internet #Curiosidades