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Seu Maior Adversário Não é Quem Você Pensa!

Preto

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Seu Maior Adversário Não é Quem Você Pensa!

8 просмотров · 11 дн. назад
Preto
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Competitividade é uma coisa muito louca quando a gente para para pensar sobre ela. Tem gente que usa a própria competitividade quase como justificativa para qualquer comportamento: “Ah, eu sou assim porque sou muito competitivo”. Mas será que é disso que estamos falando? Neste vídeo, a conversa começa justamente por aí: competitividade saudável e como superar a si mesmo sem transformar todo mundo ao redor em inimigo. Porque eu gosto de competitividade. Gosto da ideia de competir, de buscar resultado, de querer ganhar e de colocar alguma coisa à prova. A questão começa a ficar interessante quando tentamos entender para onde essa energia está apontada. Será que a competitividade está fazendo você olhar para aquilo que pode melhorar ou está fazendo você ficar obcecado pelo outro? É justamente nessa diferença que entra a competitividade saudável. E foi conversando sobre isso que comecei a pensar em algumas situações da vida, do esporte, dos negócios e até dos nossos relacionamentos. No fim das contas, talvez a grande pergunta seja muito mais sobre como superar a si mesmo do que simplesmente encontrar alguém para derrotar. Também tem uma conversa importante sobre vitória, derrota, ego, arrogância e autoconfiança. Porque competitividade não precisa significar passar por cima de alguém. E competitividade saudável também não significa aquela história de fingir que ganhar ou perder não importa. Resultado importa. Vitória importa. Perder também mexe com a gente. A questão é o que fazemos com tudo isso. Quando a competitividade entra em cena, o adversário pode assumir papéis completamente diferentes dependendo da maneira como enxergamos o jogo. E talvez entender como superar a si mesmo mude completamente a forma como você encara quem está do outro lado. Porque existe uma diferença enorme entre querer vencer e precisar destruir alguém para sentir que venceu. É aí que a competitividade pode começar a se misturar com ego, insegurança e arrogância. E, cara, talvez algumas pessoas que se definem como “extremamente competitivas” estejam falando de uma coisa completamente diferente de competitividade saudável. No meio dessa viagem toda, a conversa acaba chegando novamente em como superar a si mesmo. Não apenas no esporte, mas no trabalho, nos negócios, nos relacionamentos e em praticamente qualquer lugar onde exista comparação, resultado ou disputa. Eu acredito muito na competitividade e acredito também que precisamos incentivar as pessoas a quererem vencer, melhorar e buscar resultados. Só que existe uma linha interessante entre competitividade saudável e transformar o outro no objeto central da sua própria caminhada. Talvez como superar a si mesmo seja uma pergunta muito mais importante do que “como eu faço para superar aquela pessoa?”. Esse vídeo é uma dessas conversas espontâneas que começam em um ponto, passam por outros dez e acabam provocando algumas perguntas que talvez você leve para depois. Então, se competitividade é uma coisa que faz parte da sua vida — e provavelmente faz — fica comigo até o final. Talvez essa conversa faça você olhar para competição, vitória, derrota e para você mesmo de um jeito um pouco diferente. Valeu, falou e tchau. 🔥 Inscreva-se no canal e faça parte do nossa comunidade de otimistas inconformados. Deixe seu like, compartilhe o vídeo se sentir vontade. 🧉 Conheça nossos parceiros: https://ervatoken.com/ — a primeira erva-mate nativa da internet, símbolo da conexão da tecnologia com a natureza sob a forma de energia verde. ☀️ Senta ai, prepara teu mate e bora conversar.