Seu Maior Adversário Não é Quem Você Pensa!
Preto
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Seu Maior Adversário Não é Quem Você Pensa!
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Preto
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Competitividade é uma coisa muito louca quando a gente para para pensar sobre ela. Tem gente que usa a própria competitividade quase como justificativa para qualquer comportamento: “Ah, eu sou assim porque sou muito competitivo”. Mas será que é disso que estamos falando? Neste vídeo, a conversa começa justamente por aí: competitividade saudável e como superar a si mesmo sem transformar todo mundo ao redor em inimigo.
Porque eu gosto de competitividade. Gosto da ideia de competir, de buscar resultado, de querer ganhar e de colocar alguma coisa à prova. A questão começa a ficar interessante quando tentamos entender para onde essa energia está apontada.
Será que a competitividade está fazendo você olhar para aquilo que pode melhorar ou está fazendo você ficar obcecado pelo outro?
É justamente nessa diferença que entra a competitividade saudável. E foi conversando sobre isso que comecei a pensar em algumas situações da vida, do esporte, dos negócios e até dos nossos relacionamentos. No fim das contas, talvez a grande pergunta seja muito mais sobre como superar a si mesmo do que simplesmente encontrar alguém para derrotar.
Também tem uma conversa importante sobre vitória, derrota, ego, arrogância e autoconfiança. Porque competitividade não precisa significar passar por cima de alguém. E competitividade saudável também não significa aquela história de fingir que ganhar ou perder não importa.
Resultado importa. Vitória importa. Perder também mexe com a gente.
A questão é o que fazemos com tudo isso.
Quando a competitividade entra em cena, o adversário pode assumir papéis completamente diferentes dependendo da maneira como enxergamos o jogo. E talvez entender como superar a si mesmo mude completamente a forma como você encara quem está do outro lado.
Porque existe uma diferença enorme entre querer vencer e precisar destruir alguém para sentir que venceu.
É aí que a competitividade pode começar a se misturar com ego, insegurança e arrogância. E, cara, talvez algumas pessoas que se definem como “extremamente competitivas” estejam falando de uma coisa completamente diferente de competitividade saudável.
No meio dessa viagem toda, a conversa acaba chegando novamente em como superar a si mesmo. Não apenas no esporte, mas no trabalho, nos negócios, nos relacionamentos e em praticamente qualquer lugar onde exista comparação, resultado ou disputa.
Eu acredito muito na competitividade e acredito também que precisamos incentivar as pessoas a quererem vencer, melhorar e buscar resultados. Só que existe uma linha interessante entre competitividade saudável e transformar o outro no objeto central da sua própria caminhada.
Talvez como superar a si mesmo seja uma pergunta muito mais importante do que “como eu faço para superar aquela pessoa?”.
Esse vídeo é uma dessas conversas espontâneas que começam em um ponto, passam por outros dez e acabam provocando algumas perguntas que talvez você leve para depois.
Então, se competitividade é uma coisa que faz parte da sua vida — e provavelmente faz — fica comigo até o final. Talvez essa conversa faça você olhar para competição, vitória, derrota e para você mesmo de um jeito um pouco diferente.
Valeu, falou e tchau.
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