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1° Gda Mirage 3 Anapolis, FAB EM COMBATE (SAUDADES) 1972 a 2005

Bym Studios Film ( Brasil )

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1° Gda Mirage 3 Anapolis, FAB EM COMBATE (SAUDADES) 1972 a 2005

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Bym Studios Film ( Brasil )
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Um poco da HISTORIA (Comentarios sobre esse Guerreiro Deixem aqui) Homenagen depois de 4 anos sem os Rugido do poderoso e mais famoso Aviao de combate da Fab o Mirage 3 a Ceconsaer e Bym Studios firezemos essa homenagen a esse Guerreiro do ar do cerrado Comentem sobre esse aviao...aqui Sediado na Base Aérea de Anápolis, em Goiás, o Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) tem sua origens na Primeira Ala de Defesa Aérea (1ª ALADA). Ativada em 09 de fevereiro de 1970, a 1ª ALADA foi criada para ser o braço armado do Sistema de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (SISDACTA), implantado para prover uma rede de meios eletrônicos de detecção capaz de rastrear e identificar as aeronaves que sobrevoam o território brasileiro. Para equipar essa nova unidade, foram adquiridos em maio de 1970 os jatos supersônicos franceses Mirage III, fabricados pela Avions Marcel Dassault Breguet Aviation (AMDBA), nas versões monoplaces EBR e biplaces DBR, conhecidos oficialmente na Força Aérea Brasileira como F-103E e F-103D, respectivamente. O primeiro Mirage III da FAB voou em 6 de março de 1972 em Bordeaux, na França, já ostentando o cocar da Força Aérea Brasileira. O primeiro vôo sobre o território brasileiro ocorreu em 27 de março de 1973. A 1ª ALADA foi depois reestruturada, passando a ser denominada de Base Aérea de Anápolis (BAAN) e sediando o Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) criado no dia 11 de abril de 1979, através do Decreto Presidencial Reservado nº 4. Os Mirage III das versões adquiridas pela FAB foram desenvolvidas primariamente para missões de defesa aérea, embora mantivessem alguma capacidade de atuar como plataformas de ataque ao solo. O motor era um SNECMA ATAR 09C, cujo empuxo máximo com pós-combustão alcançava 13.900 libras (6.305 kg), levando a aeronave a velocidade máxima de Mach 2,2 (2.350 km/h). O sistema de controle de fogo era baseado no radar Thomson-CSF Cyrano II, que originalmente operava integrado ao míssil ar-ar infra-vermelho Matra R530, depois substituído pelo míssil israelense Python III. Como armamento fixo, a aeronave era dotada de dois canhões DEFA de 30 mm. Para navegação, os Mirage III da FAB utilizavam sistemas tipo Doppler. No inícios dos anos 90, a FAB incorporou ao Esquadrão Jaguar as missões de ataque ar-solo, passando a utilizar bombas de queda livre e lançadores de foguetes. Os Mirage III da Força Aérea Brasileira foram desativados oficialmente no dia 14 de dezembro de 2005, iniciando o período de preparação do Esquadrão Jaguar para o recebimento dos Dassault Mirage 2000, adquiridos na França. As doze aeronaves, dez do modelo C e dois do modelo B, foram desativadas na Força Aérea Francesa e estão sendo reformadas para serem entregues para a FAB. As duas primeiras chegaram no dia 04 de setembro de 2006, com previsão de recebimento de novas aeronaves em dezembro de 2007 e dezembro de 2008.