Перейти к содержимому

Saudade

Zero Kelvin

0:00 / 0:00

Saudade

1 просмотр · 2 дн. назад
Zero Kelvin
171 подписчик
1 просмотр · 2 дн. назад
Na minha breve vida que ainda vivo, Vi uma geração inteira desaparecer; O laço que era firme e afetivo, A terra veio aos poucos recolher. 👍 Like no video 💬 Compartilhem suas idéias nos comentários 🔔 Se inscrevam para mais músicas e lançamentos. Prompt/ Estilo :ock romantic ballad, warm male mid-range vocals with rounded tone and plate reverb on the lead, acoustic guitar-led arrangement, slow 68 BPM pulse, bittersweet emotional delivery Lyrics: Na minha breve vida que ainda vivo, Vi uma geração inteira desaparecer; O laço que era firme e afetivo, A terra veio aos poucos recolher. Tios e tias de sorrisos largos, Avós que eram faróis na escuridão, Deixaram só silêncios tão amargos, E um vazio sem fim no coração. O tempo avança, implacável e voraz, Devora as vidas, apaga a nossa luz, E o que fomos não importa mais, No frio esquecimento que nos conduz. Amigos que cresceram ao meu lado, Com quem dividi sonhos e canções, Hoje pertencem todos ao passado, São cinzas em remotas direções. E tantos conhecidos que cruzavam Meus passos pelas ruas da cidade, Sumiram como as brisas que passavam, Perdidos no deserto da saudade. O tempo avança, implacável e voraz, Devora as vidas, apaga a nossa luz, E o que fomos não importa mais, No frio esquecimento que nos conduz. O tempo morde as horas com firmeza, E continua a sua marcha inglória; Não há abrigo contra essa certeza, Que risca os nossos nomes da história. Não temos como evitar o corte, Que decepa o minuto e a memória, Pois cada passo em direção à morte, Desfaz a nossa frágil trajetória. O tempo avança, implacável e voraz, Devora as vidas, apaga a nossa luz, E o que fomos não importa mais, No frio esquecimento que nos conduz. Caminhamos, em filas, lado a lado, Rumo à grande e muda eternidade, Onde o presente vira um pó passado, Desprovido de luz ou identidade. E lá no fim de tudo, recolhidos, No abismo onde o silêncio faz seu ninho, Seremos para sempre esquecidos, Como se nunca estivéssemos no caminho. O tempo avança, implacável e voraz, Devora as vidas, apaga a nossa luz, E o que fomos não importa mais, No frio esquecimento que nos conduz.