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"Uma Pessoa Presa no Próprio Orgulho é Como a Semente que se Recusa a Morrer" - Fulton Sheen

Santo Cotidiano

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"Uma Pessoa Presa no Próprio Orgulho é Como a Semente que se Recusa a Morrer" - Fulton Sheen

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Santo Cotidiano
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O que a semente faz ao se recusar a morrer? Por fora, ela permanece intacta — dura, fechada, protegida em sua própria casca. Nada a ameaça, nada a rompe, nada a transforma. Ela pode ficar guardada assim por muito tempo, aparentemente preservada. Mas justamente por resistir ao processo de morrer, ela nunca se torna outra coisa: não vira planta, não dá fruto, não multiplica nada. Fica exatamente do tamanho que sempre foi — pequena, fechada, sozinha, como o próprio roteiro descreve. A cultura moderna nos ensina a cavar cada vez mais fundo nas próprias emoções, nos traumas e no autoconhecimento. Mas por que olhar tanto para dentro muitas vezes nos deixa ainda mais perdidos? Neste vídeo, mergulhamos nas lições do Venerável Arcebispo Fulton Sheen em sua obra O Caminho da Felicidade (Capítulo "O Subterrâneo e a Verdadeira Revolução") para desvendar a raiz dessa fome que o sucesso material e a autossuficiência não conseguem saciar. A alma não se alimenta de si mesma. O verdadeiro remédio não é descer a mais um andar do próprio ego, mas ter a coragem de sair de si em direção a Deus e ao próximo. Neste vídeo, você vai entender: A ilusão do topo: Por que vencer nos padrões do mundo muitas vezes resulta em um "zero absoluto" interior. A casca do individualismo: A necessidade de morrer para o próprio ego para dar fruto verdadeiro (João 12, 24). A verdadeira revolução: Como pequenas renúncias diárias destronam o egoísmo e abrem espaço para a graça divina agir.