A HISTÓRIA DE "ADILSON BIGODE" O CANHÃO DOS AFLITOS EM 2001.
NOTÍCIAS DO NÁUTICO TIMBU
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A HISTÓRIA DE "ADILSON BIGODE" O CANHÃO DOS AFLITOS EM 2001.
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A HISTÓRIA DE "ADILSON BIGODE" O CANHÃO DOS AFLITOS EM 2001.
Adilson de Lima, NASCIDO EM 14 DE DEZEMBRO DE 1970.
antes de chagar no náutico, Adilson rodou por clubes do nordeste, passou por CRB, sergipe e Itabaiana,aonde em 1999, já tinha fama de ter um chute potente, no seu tempo de Crb era chamado, Adilson pé de chumbo.
No tremendão como é chamado o Itabaiana chegou a marcar alguns gols de falta.
em 19/09/1999, no Estádio Agamenón Magalhães, em Goiana (Pernambuco), pela Série C de 1999.
O adversário era o Unibol do goleiro Fábio, que faria sucesso no rival Confiança nos anos seguintes.
A partida terminou em 2 a 2, com um golaço de falta de Adilson bigode.
no ano 2000 foi para o rival sergipe
Conhecido como Adilson Bigode, o volante chegou em 2001 ao Náutico, vindo do Sergipe. Era mais um desconhecido que chegava ao time, em meio a uma crise sem precedentes. Nunca foi reconhecido pela sua técnica e sim pela força na marcação e, principalmente, pelo canhão que tinha nos pés. Tanto que dois gols originados de chutes de longe marcam a carreira dele não só no Náutico, mas como um todo.
Um foi exatamente aquele gol de falta no clássico em 2001, vencido pelo Náutico por 2 a 1. O tento marcou a arrancada do Timbu para o título, no ano do centenário do clube e evitando que o Sport igualasse a maior conquista da sua história, o hexa.
Adílson falou sobre recordações como o memorável gol que fez no Sport, na Ilha do Retiro, no Campeonato Pernambucano 2001, de falta, de três dedos, muito distante do gol, em confronto decisivo para eliminar o Sport do primeiro turno daquela competição. Comentou que a ordem do técnico Muricy Ramalho era só marcar, mas ele teve a confiança de bater, motivado por Sangaletti, aquela falta.
O segundo gol foi um chute de fora da área, num jogo contra o Bragantino, em Bragança Paulista. O tento de empate em 1 a 1 salvou a equipe alvirrubra da queda para a Série C. "Com certeza foram os gols mais importantes da minha carreira", disse o volante.
Adilson deixou o Náutico em 2003. Passou por equipes menores do Nordeste até parar em 2007, aos 37 anos, no Auto esporte da Paraíba. Hoje, aos 52, mora na cidade natal, Rio Largo, no interior de Alagoas, onde mantém uma escolinha de futebol ligada à secretaria de esportes do município. Guarda a passagem pelo Timbu no coração. "Foi o clube mais importante da minha carreira. É um clube muito especial na minha vida", contou.
A surpresa é que ele abandonou de vez o bigode característico. Contou que foi convencido por Kuki, porque o baixinho ficava fazendo uma brincadeira tal que ele não quis revelar. Por sinal ele encontrou o baixinho Kuki quando esteve nos aflitos para uma visita.
Adilson Bigode, Obrigado!
Competência e raça naquela meia cancha de 2001/2002 e 2003.
https://jc.ne10.uol.com.br/blogs/torc...
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