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EU QUEIMAVA OS PEDIDOS DE ORAÇÃO DA MINHA IGREJA TODA QUINTA ÀS TRÊS DA MANHÃ

Relatos de Fé e Libertação

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EU QUEIMAVA OS PEDIDOS DE ORAÇÃO DA MINHA IGREJA TODA QUINTA ÀS TRÊS DA MANHÃ

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Relatos de Fé e Libertação
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Em dois mil e nove, a crise nos Estados Unidos secou o dinheiro que sustentava Governador Valadares. O pastor Ronaldo estava com o aluguel da igreja quatro meses atrasado, o carro penhorado e a filha pagando o leite com o dinheiro do lanche da escola. Foi então que ele entrou numa portinha verde no centro da cidade, que nunca tinha visto antes, e um senhor de terno claro fez uma proposta que parecia pequena demais para ser perigosa. Ele só queria os envelopes de pedido de oração, fechados, toda quinta-feira, antes de alguém orar por eles. A igreja começou a crescer, as bênçãos começaram a chegar de fora, e um caderno verde guardado numa gaveta começou a se encher sozinho. Ao lado de cada nome havia um preço, e a letra era do próprio pastor. Ninguém desconfiou, só a filha dele, de dezesseis anos, que acordava de madrugada para orar. No culto de aniversário da igreja, com duzentas pessoas olhando, ela subiu ao púlpito, abriu o caderno e começou a ler. Fica até o final para saber o que aconteceu naquele domingo e por que a oração que ele mesmo queimou foi justamente a que Deus respondeu. Deixa nos comentários: você acha que a filha fez certo ao expor o pai na frente de todos?