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Como o “Chinelo de Pobre” Virou Havaianas — e Construiu um Império em Mais de 100 Países

Dossiê Impérios

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Como o “Chinelo de Pobre” Virou Havaianas — e Construiu um Império em Mais de 100 Países

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Como o “Chinelo de Pobre” Virou Havaianas — e Construiu um Império em Mais de 100 Países Como um chinelo vendido em sacos plásticos, levado de Kombi para mercearias e associado durante décadas à pobreza virou um dos maiores símbolos brasileiros no mundo? Neste episódio do Dossiê Impérios, reconstruímos a história completa das Havaianas: da inspiração na zori japonesa e do lançamento em 1962 ao colapso de imagem no fim dos anos 1980, à criação da Havaianas Top em 1994 e à decisão de transformar um produto popular em marca global de moda. Você vai entender por que não existe um fundador individual comprovado para a sandália, como a estrutura centenária da Alpargatas permitiu a expansão nacional e por que a observação de consumidores que viravam a sola ao contrário mudou a estratégia da empresa. O episódio também acompanha Ângela Tamiko Hirata em Paris, em 2002, quando a Galeries Lafayette sugeriu distribuir o produto gratuitamente. A recusa, a minifábrica dentro da loja e a entrada nas vitrines que ditavam moda ajudaram a levar Havaianas a mais de cem países. Mas o império também atravessou demissões, prejuízos, trocas de controle ligadas à Lava Jato, a aquisição cara da Rothy's, perdas bilionárias, tentativas frustradas nos Estados Unidos e uma recuperação financeira que culminou nos resultados recordes de 2025. E há a controvérsia recente: a campanha de fim de ano com Fernanda Torres, os pedidos de boicote, a queda das ações e o debate sobre se uma marca construída em torno de "todo mundo usa" consegue permanecer universal num país polarizado. Neste dossiê: A origem da Alpargatas em 1883 e a fundação da operação brasileira em 1907 O nascimento das Havaianas em 1962 e a inspiração na zori japonesa Kombis, mercearias, cópias, patente e a campanha das "fajutas" Chico Anysio, o lote verde de 1969 e a penetração cultural da marca A crise dos anos 1980, o Rider e a perda da classe média Paulo Lalli, a Havaianas Top e o reposicionamento de 1994 Ângela Hirata, Galeries Lafayette, Oscar e a internacionalização As vendas da Alpargatas em 2015 e 2017 e seus contextos societários A compra da Rothy's, o prejuízo de 2023 e a recuperação de 2025 O Lyst Index, a campanha de 2025 e o futuro da marca Na sua opinião, o valor das Havaianas veio do produto ou da história construída ao redor dele? E uma marca nacional deve se posicionar politicamente ou preservar sua neutralidade? Inscreva-se no Dossiê Impérios, ative o sininho e compartilhe este episódio. #Havaianas #Alpargatas #HistoriaDasHavaianas #Empresas #Negocios #Marketing #Branding #Documentario #DossieImperios #Empreendedorismo #Moda #Brasil