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O Almirante Negro João Cândido Felisberto

Zero Kelvin

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O Almirante Negro João Cândido Felisberto

12 просмотров · 2 нед. назад
Zero Kelvin
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rês monstros de aço tremem na enseada, E a frota rebelada confronta o opressor. O Almirante Negro comanda a tempestade, Os navios de guerra desafiam a nação! 👍 Like no video 💬 Compartilhem suas idéias nos comentários 🔔 Se inscrevam para mais músicas e lançamentos. Prompt/ Estilo :Pop rock with powerful, emotive male vocals and a broad, catchy repeated chorus; wide stereo layering of double-tracked rhythm guitars; steady 68 BPM slow-rock pulse; ringing guitar chords and a melodic electric-guitar lead Lyrics: Nas águas da baía o drama se desenha, O mar que era escravo desperta em clamor. A carne fustigada rompeu a velha algema, Cansada do chicote, da fome e do terror. Três monstros de aço tremem na enseada, E a frota rebelada confronta o opressor. O Almirante Negro comanda a tempestade, Os navios de guerra desafiam a nação! Com a chibata quebrada e o canhão apontado, O Rio de Janeiro treme em capitulação! O Minas Gerais ostenta a nova era, O São Paulo ruge, pesado no mar, E o Bahia guarda a mística quimera De homens que o chicote não vai mais calar. As torres cinzentas vigiam a cidade, Prontas para o fogo se a pátria negar. O Almirante Negro comanda a tempestade, Os navios de guerra desafiam a nação! Com a chibata quebrada e o canhão apontado, O Rio de Janeiro treme em capitulação! João Cândido ergue o punho na proa, Comandante altivo de toda a armada. Sua voz de trovão no palácio ecoa, Exigindo justiça na pátria humilhada. O sopro da morte nos tubos se abriga, Se a lei do açoite não for revogada. O Almirante Negro comanda a tempestade, Os navios de guerra desafiam a nação! Com a chibata quebrada e o canhão apontado, O Rio de Janeiro treme em capitulação! A antiga capital se curva ao destino, Olhando o horizonte de ferro e de sal. A elite de ontem escuta o sino Que dobra o fim do terror colonial. Nenhum marinheiro aceita o castigo, Pois a liberdade é o grito final. O Almirante Negro comanda a tempestade, Os navios de guerra desafiam a nação! Com a chibata quebrada e o canhão apontado, O Rio de Janeiro treme em capitulação!