Odin Roubava, Enganava E Tomava Tudo. Por Que Pagou Só Aqui?
Dogma de Ferro
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Odin Roubava, Enganava E Tomava Tudo. Por Que Pagou Só Aqui?
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Dogma de Ferro
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Odin sempre pegou o que quis: enganou gigantes, roubou hidromel, escondeu o próprio nome. Mas diante de um poço, ele não tomou. Pagou. E o preço foi um olho.
Do Poço de Mímir à árvore açoitada pelo vento durante nove noites, este vídeo percorre o que as fontes nórdicas realmente dizem sobre o preço da sabedoria — e o que elas deixam em silêncio. Quando é o mito falando e quando somos nós interpretando, a gente deixa claro ao longo do caminho.
Neste vídeo:
O Poço de Mímir e o olho deixado como penhor
O que o silêncio das fontes revela
Os nove dias pendurado na árvore e as runas
Os corvos Huginn e Muninn e o que Odin mais teme perder
O encontro com a vidente e o destino no Ragnarök
Fontes e referências do mito: Edda Poética (Völuspá, Hávamál, Grímnismál, Baldrs draumar) e Edda em prosa, de Snorri Sturluson. Os textos chegaram até nós séculos depois das histórias começarem a ser contadas, por isso separamos fonte, tradição e interpretação.
E você: qual é o seu olho? Escreva nos comentários, em uma palavra, aquilo que você já sabe que precisa entregar e vem adiando.
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