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O modernismo da Fraternidade São Pio X

Padre Lucas Mariano

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O modernismo da Fraternidade São Pio X

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Padre Lucas Mariano
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Nós estamos dizendo isso mesmo: a Fraternidade Sacerdotal São Pio X é modernista também. O que muda é apenas o objeto que esse modernismo pretende defender. Neste corte da live, nós comentamos o chamado mandato apostólico lido na cerimônia das sagrações episcopais da Fraternidade — um mandato que foi lido, mas não respondido. A «Igreja Católica Romana sempre fiel» invocada no texto não está em Roma: é uma ficção que separa a Igreja visível da Igreja invisível, um joaquinismo de novo tipo. E quem já esteve numa ordenação sabe que obediência não se dialoga; ela é condição, como o consentimento no matrimônio. Nós também pesamos o subtexto pastoral do documento: as almas que «suplicam o pão da vida», como se nas paróquias unidas a Pedro o Cristo já não fosse dado. Daí nasce o messianismo — sem a Fraternidade, a Igreja acabaria — e a autoaplicação da profecia de Nossa Senhora do Bom Sucesso feita por Dom Marcel Lefebvre. O mesmo texto coloca o réu como juiz do próprio processo, ao declarar sem valor, de antemão, qualquer punição, e inventa uma figura que o direito canônico não conhece: o bispo «auxiliar» que não auxilia ordinário algum. O erro grotesco faz estrago, mas o erro sutil pode ser ainda pior: ele não corrompe as ideias, sequestra as boas intenções e as pessoas bem-informadas, e as conduz para fora da Igreja. É a mesma gramática com que a teologia da libertação sempre justificou tudo «por amor». Só mudou o objeto. Considere ajudar esse apostolado. Chave Pix: padrelucasmariano@gmail.com 👥 Torne-se membro do nosso canal:    / @padrelucasmariano   0:00 A Fraternidade é modernista também 2:27 "Obediência dialogada" não existe 4:54 O sentimentalismo que é modernismo 7:21 Perseguição não prova nada (o caso do IBP) 9:48 O messianismo de Dom Lefebvre 12:15 Bispos "auxiliares" sem bispo: a ficção jurídica