O mal não tem cara de mau: o que Hannah Arendt descobriu
Enkrateia
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O mal não tem cara de mau: o que Hannah Arendt descobriu
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Você olha para alguém e vê um rosto. Mas o rosto não revela do que a pessoa é capaz. Neste vídeo, exploramos a "banalidade do mal", ideia da filósofa Hannah Arendt após acompanhar o julgamento de Adolf Eichmann em 1961, e a cruzamos com o experimento de obediência de Stanley Milgram, a servidão voluntária de Étienne de La Boétie e a visão do sociólogo Zygmunt Bauman sobre o Holocausto.
Por que pessoas comuns obedecem? Como o mal se esconde na rotina, na burocracia e na falta de reflexão? E o que a enkrateia, o domínio de si, tem a ver com isso?
📚 Para se aprofundar: Eichmann em Jerusalém (Hannah Arendt), Modernidade e Holocausto (Zygmunt Bauman), Discurso da Servidão Voluntária (La Boétie).
Se o vídeo te fez pensar, deixe nos comentários: em que momento você obedeceu sem pensar?
#HannahArendt #BanalidadeDoMal #Filosofia #ENKRATEIA