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Música: Armas na gaveta

Studio Calibre Vocal

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Música: Armas na gaveta

44 просмотра · 10 дней назад
Studio Calibre Vocal
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Música: ARMAS NAS GAVETAS Compositor: Theo Henrique VERSO 1 Eu queria acreditar Que bastava compreender Que o medo perde a força Quando alguém aprende a ver Que nenhuma fronteira importa Quando o mundo se vê daqui Que cada vida reconheça Outra vida dentro de si PRÉ-REFRÃO Mas a história deixa marcas Que o discurso não desfaz Nem toda mão que pede calma Veio oferecendo paz REFRÃO Eu vivo entre o céu e o chão Entre o sonho e a compreensão Quero um mundo sem violência Sem fazer da paz uma ilusão Não quero a força como bandeira Nem a fraqueza como razão Se o poder ultrapassa o limite Alguém precisa dizer não VERSO 2 A beleza em acreditar Que seremos mais que fomos Que a razão ainda vença Velhos medos que herdamos Mas existem olhos famintos Por controle e submissão E às vezes quem defende a paz Também precisa dizer não PRÉ-REFRÃO 2 Porque o bem sem resistência Pode virar submissão E a força sem consciência Só muda o nome da opressão REFRÃO Eu vivo entre o céu e o chão Entre o sonho e a contenção Quero um mundo sem violência Sem fazer da paz uma ilusão Não quero a força como bandeira Nem a fraqueza como razão Se o poder ultrapassa o limite Alguém precisa dizer não PONTE Talvez o futuro seja um lugar sem vencedor Onde ninguém precise provar que é mais forte que o temor Talvez um dia a humanidade Não precise da força como proteção E aquilo que hoje chamamos defesa Seja apenas lembrança de outra geração REFRÃO FINAL Entre o céu e o chão Eu escolho consciência e contenção Nem a guerra como resposta Nem a paz como ilusão Se um dia o mundo aprender Que poder não é dominação Que se calem as armas nas gavetas E falem os livros em nossas mãos FINAL Entre o céu e o chão Entre o medo e a razão Talvez a paz não seja ausência de força Mas saber quando dizer não A música fala sobre o desejo de viver em um mundo sem violência, mas sem confundir paz com passividade. “Armas nas Gavetas” defende consciência, equilíbrio e responsabilidade: a força não deve ser exaltada, mas também não se pode aceitar a opressão em nome da paz. O ideal é que as armas permaneçam guardadas e que o conhecimento, o diálogo e a razão ocupem cada vez mais espaço. Mas, quando isso não é possível, a busca pela paz também não pode significar aceitar passivamente a violência ou nos tornar presas para o abate. Às vezes, resistir é justamente o que impede que a força de alguém se transforme em dominação.