HackTown 2026: IA, ancestralidade e um bode — 6 leituras que ficaram
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HackTown 2026: IA, ancestralidade e um bode — 6 leituras que ficaram
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Eu não voltei do HackTown 2026 com uma lista das melhores palestras. Voltei com seis coisas martelando na cabeça.
Essa foi a 10ª edição do HackTown, minha sexta vez no festival e a primeira como palestrante.
Durante cinco dias, Santa Rita do Sapucaí virou novamente uma mistura improvável de tecnologia, cultura, cidade, trabalho, gente, conversa de calçada, inteligência artificial, povos originários e, sim, um bode.
Neste vídeo, reuni 6 leituras que trouxe do HackTown 2026:
• quando a IA deixa de ser uma trilha e passa a atravessar tudo;
• o que muda quando os times passam a ser formados por pessoas e agentes;
• por que ancestralidade também precisa ser reconhecida como tecnologia;
• o que Santa Rita ensina sobre inovação que leva décadas para ser construída;
• por que algumas das melhores coisas do festival acontecem fora da programação oficial, inclusive perto de um bode;
• e por que todo desenho inclui alguém e exclui alguém.
No fim, tudo isso acabou chegando a uma frase que ouvi por lá e trouxe comigo:
“O centro é a vida.”
Porque tecnologia, inovação, eficiência e futuro deixam de ser interessantes quando a gente esquece de perguntar para quem servem, quem fica de fora e quem paga a conta.
Esse vídeo não é um resumo do HackTown.
É o meu download do que ficou depois que o festival acabou.
Se você esteve no HackTown, quero saber: o que ficou para você?
E, se não esteve, me conta nos comentários qual dessas seis leituras mais te provocou.
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