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COMO AURELIANO CHAVES MORREU?

COMO ELE MORREU ?

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COMO AURELIANO CHAVES MORREU?

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COMO ELE MORREU ?
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Como Aureliano Chaves morreu? Aureliano Chaves foi um político brasileiro, que atuou principalmente  durante o regime militar e na transição para a democracia. Ele se destacou como governador de Minas Gerais, vice-presidente da República e ministro de Minas e Energia. Aureliano Chaves nasceu em 13 de janeiro de 1929, em Três Pontas, no estado de Minas Gerais. Ele era filho de José Vieira de Mendonça, um cirurgião-dentista, e da dona de casa Luzia Chaves de Mendonça. Sua infância transcorreu em um casarão típico de Minas setores militares quanto da oposição formal, que via nele um garantidor da estabilidade e um defensor do processo de abertura política. Em 1985, ele rompeu com o candidato oficial do regime militar para liderar a dissidência que fundaria o Partido da Frente Liberal. Ao selar a Aliança Democrática com o PMDB, Aureliano foi o grande articulador dos bastidores que viabilizou a eleição civil de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral. Devido a morte de Tancredo quem assumiu como novo presidente foi José Sarney, que acabou  convocando Aureliano para o primeiro escalão do ministério. O engenheiro assumiu a pasta das Minas e Energia, um terreno que dominava com maestria desde os tempos de parlamentar e governador de Minas Gerais. A frente do ministério, Aureliano Chaves focou seus esforços na consolidação e expansão do Programa Nacional do Álcool, o Pró-Álcool. O programa, criado na década anterior para e da conciliação política, buscando atrair o voto de centro-direita conservador. Porém nas urnas Aureliano obteve menos de 1% dos votos válidos, um resultado amargo que selou o fim de suas aspirações presidenciais. Ao longo da década de 1990, Aureliano recolheu-se à vida privada e retornou às suas raízes no estado de Minas Gerais. Dividindo seu tempo entre Belo Horizonte e sua amada região sul-mineira, ele se dedicou à administração de suas propriedades rurais e ao convívio familiar. Mesmo afastado das urnas, Aureliano permaneceu como uma espécie de conselheiro político informal, sendo frequentemente consultado por lideranças de diversos partidos que buscavam sua sabedoria sobre os rumos Entre as doenças, o diabetes, era a que mais trazia problemas para seu dia a dia. Ao longo dos anos, a enfermidade progrediu de forma silenciosa e sistemática, afetando diversos órgãos e comprometendo severamente seu sistema circulatório. Uma das complicações mais graves e dolorosas que o líder mineiro enfrentou foi o desenvolvimento do chamado "pé diabético". O agravamento definitivo de sua condição de saúde ocorreu no início de 2003, um período de profunda fragilidade física e também emocional, visto que sua companheira de toda a vida, Minervina, havia falecido pouco tempo antes, em 2002. Em 14 de abril de 2003, Aureliano Chaves deu entrada no Hospital Socor, localizado na região central de Belo Horizonte. A internação inicial foi motivada por uma crise aguda de diabetes associada a uma forte infecção pulmonar e respiratória, além de um quadro preexistente de insuficiência cardíaca. Contudo, a deterioração da circulação sanguínea em seus membros inferiores forçou a equipe médica a tomar uma decisão de alta complexidade. Em 26 de abril de 2003, Aureliano Aureliano Chaves morreu no dia 30 de abril de 2003, em decorrência de uma falência múltipla de órgãos. Ele estava com 74 anos. Ele foi velado no Palácio da Liberdade, sede histórica do governo de Minas Gerais, em Belo Horizonte. O velório teve início ainda na noite do dia 30 de abril no Salão Nobre do palácio, espaço reservado para as grandes personalidades do estado. Após o velório, o caixão, coberto com as bandeiras do Brasil e de Minas Gerais, deixou o Palácio da Liberdade sob aplausos e foi colocado em um caminhão do Corpo de Bombeiros. O cortejo seguiu em direção ao Aeroporto da Pampulha, de onde o corpo foi transportado de avião para a sua terra natal, Três Pontas, no sul do estado, realizando o último desejo do político de descansar no local onde suas raízes fincaram-se profunda e originalmente. O sepultamento ocorreu no final da tarde do mesmo dia, no Cemitério Municipal de Três Pontas. Aureliano Chaves é lembrado como um político mineiro moderado, técnico e conciliador, que deixou marcas na educação, na política energética e na transição democrática brasileira. E foi assim que Aureliano Chaves  morreu! Se você gostou deixe seu comentário e inscreva-se no canal!! Até o próximo vídeo !!!!