Recrutamento e Seleção: Como atuar de forma estratégica?
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Recrutamento e Seleção: Como atuar de forma estratégica?
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Recrutamento e seleção estratégico: como sair do modo operacional e transformar o R&S em vantagem competitiva. Veja como aplicar isso na prática.
Recrutamento e seleção estratégico é o modelo em que o processo de contratação deixa de responder apenas a vagas urgentes e passa a ser conduzido a partir do planejamento e das metas da empresa. Aqui explicamos como alinhar o recrutamento e seleção ao plano de crescimento do negócio e os erros mais comuns que fazem os recrutadores atuarem de forma ainda operacional.
Conteúdo para profissionais de RH, business partners e gestores que participam de contratações.
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CAPÍTULOS
00:00 Recrutamento e Seleção: Como atuar de forma estratégica?
00:25 O problema: recrutamento operacional demais
01:15 O que torna um recrutamento e seleção estratégico
02:12 Pilares para um recrutamento estratégico
03:28 Os erros mais comuns
04:40 Conclusão
PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO ESTRATÉGICO
1. O que é recrutamento e seleção estratégico?
É o modelo em que a contratação deixa de responder apenas a vagas urgentes e passa a ser conduzida a partir do planejamento e das metas da empresa. Em vez de reagir a pedidos que chegam, o R&S participa da conversa sobre onde a empresa quer chegar e quais pessoas serão necessárias para isso.
2. Qual a diferença entre recrutamento operacional e estratégico?
O operacional começa quando a vaga abre e termina quando alguém assina. O estratégico começa antes, no planejamento de headcount, e acompanha o resultado depois da contratação. Um mede velocidade de preenchimento, o outro mede qualidade da contratação e permanência. A diferença central está no momento em que o RH entra e no indicador que ele persegue.
3. Quais são os pilares de um recrutamento estratégico?
Alinhamento com o plano de negócio e previsão de contratações, desenho claro do perfil junto ao gestor antes de abrir a vaga, processo estruturado com critérios definidos e iguais para todos os candidatos, uso de dados para decidir e para melhorar o processo, e acompanhamento do desempenho de quem foi contratado para validar se o método está funcionando.
4. Como alinhar o R&S ao plano de crescimento da empresa?
Participe do ciclo de planejamento em vez de receber o resultado dele. Pergunte quais metas cada área tem para o próximo ano, o que precisa ser entregue e que estrutura de time isso exige. Transforme essa conversa em um calendário de contratações com prazos realistas. Antecipar a demanda é o que permite contratar bem em vez de contratar rápido.
5. Quais indicadores acompanhar no recrutamento e seleção?
Tempo de fechamento e custo por contratação mostram eficiência. Mas os que revelam qualidade são outros: permanência nos primeiros meses, desempenho do contratado na avaliação do gestor, taxa de aceite de propostas e satisfação do gestor com o processo. Medir só velocidade incentiva preencher vaga, não acertar pessoa.
6. Quais são os erros mais comuns no R&S?
Abrir a vaga sem alinhar o perfil real com o gestor. Avaliar candidatos por impressão em vez de critério. Perseguir tempo de fechamento como indicador principal. Não dar retorno aos candidatos e queimar a marca empregadora. E encerrar a responsabilidade no aceite da proposta, sem acompanhar a integração e os primeiros meses.
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