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Por Que a Construção Sustentável Não Escala no Brasil

UGREEN - Decifrando a Ciência das Construções

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Por Que a Construção Sustentável Não Escala no Brasil

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UGREEN - Decifrando a Ciência das Construções
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A UGREEN produz conteúdo sobre sustentabilidade na construção e auxilia profissionais e empresas a colocar isso em prática. Abaixo você encontra tudo sobre nossas consultorias, eventos e cursos. EVENTOS: No dia 15 de maio, em Curitiba, a UGREEN realiza o "Quem Vai Construir o Brasil Diferente?" Garanta sua vaga: https://ugreen.com.br/evento2026 CONSULTORIAS: Consultoria para Marcas: https://www.ugreen.com.br/marcas Consultoria em Construções Sustentáveis: https://www.ugreen.com.br/construcoes CURSOS: Arquitetura Regenerativa: https://go.ugreen.com.br/curso-regene... Especificação de Materiais de Baixo Impacto: https://go.ugreen.com.br/curso-materiais Retrofit Sustentável: https://go.ugreen.com.br/curso-retrofit Simulação Energética, Térmica e Lumínica para Edificações: https://go.ugreen.com.br/simulacao Todos os cursos UGREEN em um único acesso: https://go.ugreen.com.br/pass PATROCÍNIOS: Quer patrocinar o canal da UGREEN ou divulgar um produto ou marca sustentável? https://go.ugreen.com.br/marca RECURSOS GRATUITOS: Lista de Transmissão com notícias gratuitas: https://go.ugreen.com.br/transmissao Newsletter Semanal: https://news.ugreen.com.br Quer realizar um projeto sustentável com a UGREEN? Fale Conosco: https://www.ugreen.com.br/formulario/... Conheça os Serviços da UGREEN: https://ugreen.com.br/?utm_source=you... Siga-nos no Instagram para conteúdos exclusivos:   / ugreen_br   Projetos sustentáveis nascem cheios de inovação e morrem no canteiro de obras substituídos por concreto convencional. Neste vídeo eu explico por que a construção sustentável no Brasil não consegue sair do nicho, mesmo quando a tecnologia já existe, já foi testada e já provou que funciona. O problema não é o preço. É o sistema inteiro. O vídeo analisa como a burocracia, o custo do capital e a estrutura tributária trabalham juntos para punir quem tenta inovar na construção civil. Um estudo da FIESP com a Deloitte estimou que atrasos e licenciamentos vão custar R$ 59 bilhões ao setor até 2025. Esse dinheiro não foi investido em nada, foi incinerado pela lentidão do Estado. Também discuto como a digitalização do setor público resolveu quase nada. O balcão de papel virou upload em nuvem, mas as exigências, os formulários redundantes e os silos entre secretarias continuam intactos. A inovação ambiental precisa de integração sistêmica, e a burocracia brasileira foi construída para trabalhar em compartimentos separados. Tem um caso concreto aqui que muda o tom da conversa. A Roca Brasil Cerâmica, com apoio da UGREEN, fez a primeira Avaliação do Ciclo de Vida de revestimentos cerâmicos no Brasil, trocou coque de petróleo por biomassa e terminou com 4,55 kgCO2e/m², abaixo da média europeia. O dado virou argumento técnico em um workshop federal de regulamentação do mercado de carbono. É assim que inovação sai do nicho. A conclusão é simples e pouco confortável: enquanto sustentabilidade for tratada como adjetivo de marketing, ela vai continuar sendo a primeira linha cortada na revisão de orçamento. A transição só acontece quando o dado ambiental vira dado financeiro. Projetos sustentáveis nascem cheios de inovação e morrem no canteiro de obras substituídos por concreto convencional. Neste vídeo eu explico por que a construção sustentável no Brasil não consegue sair do nicho, mesmo quando a tecnologia já existe, já foi testada e já provou que funciona. O problema não é o preço. É o sistema inteiro. O vídeo analisa como a burocracia, o custo do capital e a estrutura tributária trabalham juntos para punir quem tenta inovar na construção civil. Um estudo da FIESP com a Deloitte estimou que atrasos e licenciamentos vão custar R$ 59 bilhões ao setor até 2025. Esse dinheiro não foi investido em nada, foi incinerado pela lentidão do Estado. Também discuto como a digitalização do setor público resolveu quase nada. O balcão de papel virou upload em nuvem, mas as exigências, os formulários redundantes e os silos entre secretarias continuam intactos. A inovação ambiental precisa de integração sistêmica, e a burocracia brasileira foi construída para trabalhar em compartimentos separados. Tem um caso concreto aqui que muda o tom da conversa. A Roca Brasil Cerâmica, com apoio da UGREEN, fez a primeira Avaliação do Ciclo de Vida de revestimentos cerâmicos no Brasil, trocou coque de petróleo por biomassa e terminou com 4,55 kgCO2e/m², abaixo da média europeia. O dado virou argumento técnico em um workshop federal de regulamentação do mercado de carbono. É assim que inovação sai do nicho. A conclusão é simples e pouco confortável: enquanto sustentabilidade for tratada como adjetivo de marketing, ela vai continuar sendo a primeira linha cortada na revisão de orçamento. A transição só acontece quando o dado ambiental vira dado financeiro.