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Ativismo literário, livreiro, hábito de ler e dicas incríveis de escritores e livros | Multi Leitura

Multi Leitura

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Ativismo literário, livreiro, hábito de ler e dicas incríveis de escritores e livros | Multi Leitura

256 просмотров · 8 дней назад
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O livreiro e ativista literário, o mineiro Paulo Fernandes, trabalha na Livraria do Belas, dentro do Cine Belas Artes, ao lado da praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Nessa incrível e deliciosa entrevista, ele explica o que é ser livreiro, ativismo literário e conta como o livrou em sua vida, lendo obras escondidas que o irmão tinha em casa mas não emprestava com mais de 500 páginas como Ken Follett em “O Vôo da Águia” e Franz Kafka em “a Metamorfose”. Na mesma época, com 15 anos, começou a trabalhar e, pasme, ficou sócio de uma LOCADORA DE LIVROS (Não de vídeos) para comprar os próprios livros. “Ler é como beber água ou comer. Ler é necessário na minha vida. Leio todos os dias”, disse. Palstrante, contador de histórias e mediador, Paulo conta como o livro ensina e fomenta o gosto pela a leitura em seu cotidiano. “O livreiro precisa saber o que acontece no mundo literário, pois é mediador, o facilitador de sonhos.” Ele conta casos de vários clientes que foram comprar um livro, como o primeiro da vida ou não, e acabaram levando outras obras e, de fato, se tornarem leitores. Ele lembra uma cliente que foi comprar a Odisseia para ler, mas não gostava de versos e o livro é escrito em 12.109 versos que a pessoa não sabia. “O livreiro tem de escutar. Para ser um facilitador, deve ler e, eu Paulo, leio não por obrigação, mas por prazer. Não leio as orelhas e prefácio dos livros antes de começar. Já começo a leitura sem conferir e não acompanho em que página estou”. Ele revela que gosta da literatura que o tira do lugar. Que incomoda. Que o rasga e faz pensar por dias, mesmo já lendo outros livros. Como ativista literário, ele apresentou próprios projetos, como o “Avental Literário”; o canal no instagram “Ler é criar asas” e mantém há cinco anos o projeto “Roda de Leitura - Literatura e Direitos Humanos” trabalhando com crianças na escola do filho (Escola Municipal Dom Jaime, em Belo Horizonte, sendo nesta, há dois anos) para proporcionar uma formação aos alunos que participam (A participação é voluntária e os alunos também gravam um podcast, sendo responsáveis por tudo). Você pode assistir a entrevista completa do Farelo, o Alfredo, amigo e projeto citado por Paulo, ao longo da entrevista, sobre o Instituto do Livros em Todo Lugar, neste mesmo canal, clicando no link:    • Projeto inspirador com o Instituto "Livros...   Seguem os livros e autores citados, durante a entrevista: Jean D'Amérique Sol descosturado (Haiti) Marcela Fassy - “As putas também escrevem” e “Abafada” Adriane Garcia - “Atlas de anatomia” – “Eva-proto-poeta” – “A bandeja de Salomé” Calila das Mercês - “Nódoa” Paulliny Tort - “Os imortais” Eliane Marques - “Louças de família” Ana Maria Gonçalves – “Um defeito de cor” Itamar vieira Junior - “Chupim” Mariana Salomão carrara Natalia Timerman Micheliny Verunschk Marcela Dantés Carla Madeira Aline Bei Marcelino Freire Jefferson Tenório Eliane Alves Cruz Mariana Henriques Teresa Cárdenas Selva Almada Lina Meruane Cristina Peri Rossi María Fernanda Ampuero Camila Sosa Villada Mónica Ojeda PAULO FERNANDES Paulo Fernandes é Bacharel licenciado em Filosofia, Pós graduado em teoria literaria e Literatura comparada, pós graduado em Direitos humanos e Cidadania,pós graduando em Literatura,artes e filosofia,Ativista Literário e dos Direitos Humanos, Criador e coordenador do Projeto Rodas De Leitura: Literatura e Direitos Humanos, Criador em parceria com Érica Lima do projeto Literatura Para Infâncias e Direitos Humanos, contador de histórias, Autor do Livro Meu Baú de Histórias e Livreiro na Livraria do Belas Artes. CONTATO Instagram: ler_e_criar_asas Livraria do Belas: livraria_do_belas Ele participa do projeto do Farelo - Instagram: livrosemtodolugar