Fátima, 1917: o que o repórter de um jornal republicano viu no céu ao meio-dia
Fragmentos do Cristão
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Fátima, 1917: o que o repórter de um jornal republicano viu no céu ao meio-dia
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Em 15 de outubro de 1917, O Século, o grande jornal republicano de Lisboa, que em julho tinha chamado o caso de especulação financeira, saiu com a manchete: "Coisas espantosas! Como o sol bailou ao meio-dia em Fátima". Quem assinava era Avelino de Almeida, que foi à Cova da Iria para relatar imparcialmente o que visse. Vamos aos documentos: a promessa anotada pelo pároco três meses antes, as crianças levadas para Ourém, o advogado que chamava tudo de blague, a carta de Avelino a um amigo que deixou de crer e a carta pastoral do bispo de Leiria em 1930.
Se você tivesse que contar a sua fé a um amigo que deixou de crer, qual seria a coisa que você viu com os seus olhos?
Capítulos
0:00 A manchete de 15 de outubro
1:43 Por que um descampado
3:18 O que ela pediu
4:49 E se voltassem atrás
6:23 O dia 13 de outubro
8:30 E quem foi zombar
9:56 A carta do repórter
11:53 O que muda para você
Fontes: Documentação Crítica de Fátima, seleção de documentos 1917-1930 (Santuário de Fátima): O Século de 23/07 e 15/10/1917, Ilustração Portuguesa de 29/10/1917, interrogatórios do pároco e de Manuel Nunes Formigão, relatos de José Maria de Almeida Garrett e de Luís António de Magalhães e Vasconcelos, carta pastoral de 13/10/1930; Santuário de Fátima (fatima.pt); Congregação para a Doutrina da Fé, A Mensagem de Fátima (2000); Catecismo da Igreja Católica, § 67; RTP.
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