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SANTA RITA FAZ O IMPOSSÍVEL ACONTECER — RESTAURA O QUE PARECIA PERDIDO PARA SEMPRE

No Coração do Pai

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SANTA RITA FAZ O IMPOSSÍVEL ACONTECER — RESTAURA O QUE PARECIA PERDIDO PARA SEMPRE

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No Coração do Pai
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Santa Rita Faz o Impossível Acontecer — Restaura o Que Parecia Perdido Para Sempre ________________________________________ Existe algo na sua vida que você já considerou perdido. Não temporariamente ausente. Não momentaneamente distante. Perdido. Com aquela sensação definitiva de que não volta mais. De que passou da hora. De que o que havia ali — aquela pessoa, aquele relacionamento, aquela saúde, aquele sonho — foi embora de um jeito que parece irreversível. E você aprendeu a viver com essa perda. Não porque deixou de doer. Mas porque chegou um momento em que a dor de continuar esperando parecia maior do que a dor de aceitar que havia acabado. E você fez o que as pessoas fazem quando chegam nesse lugar — você guardou. Colocou num canto do coração. Construiu uma parede ao redor para não se machucar mais toda vez que pensasse. E tentou seguir em frente. Mas existe algo que ninguém te disse sobre essa perda. Algo que vai contra tudo que a lógica humana diz sobre perdas definitivas. O que parece perdido para sempre — não está perdido para Deus. Deus não tem a categoria do "perdido para sempre". O que para os olhos humanos parece definitivamente acabado — para Deus ainda está dentro do alcance da restauração. Santa Rita de Cásia perdeu tudo. Em camadas. O sonho do convento — negado com doze anos. O marido que havia se convertido com dezoito anos de amor e oração — assassinado no exato momento em que a colheita estava visível. Os dois filhos — enterrados antes do tempo. Três portas fechadas no único lugar onde queria estar. E cada perda de Rita que parecia definitiva — foi restaurada. De formas que nenhuma lógica humana poderia ter previsto. Os dezoito anos com o marido difícil tornaram-se a escola que a fez a maior intercessora das causas impossíveis. A morte dos filhos protegeu as almas deles para a eternidade. As três portas fechadas abriram uma entrada que ninguém poderia ter planejado. E no inverno de Rocaporena — coberto de neve, no meio do impossível — uma única rosa vermelha floresceu. Perfeita. Impossível. Inegavelmente a mão de Deus. Porque existe uma diferença enorme entre morto e no inverno. A árvore no inverno — sem folhas, sem flores, sem frutos — parece morta para quem não sabe o que vem depois. Mas não é morte. É vida se concentrando nas raízes. Guardando-se. Preparando-se para o florescimento que só é possível depois do inverno. E o inverno da sua perda — aquela situação que parece definitivamente acabada, aquela pessoa que parece definitivamente distante, aquele sonho que parece definitivamente enterrado — também contém uma rosa. Você não consegue vê-la ainda. Ela está dentro. Esperando o momento certo. Guardada nas raízes do que parece apenas inverno. E quando ela aparecer — vai ser tão inesperada, tão impossível pela lógica humana, tão claramente a mão de Deus — que você vai entender por que o inverno precisou acontecer antes. Santa Rita está aqui agora. Com você. Com a sua perda. Com a rosa que está se formando no escuro. A primavera está vindo. E ela vai ser mais bela do que qualquer coisa que existiu antes.  