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12 de Outubro une Dois mundos em Um Mar

Filosofia e espiritualidade para a maturidade!

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12 de Outubro une Dois mundos em Um Mar

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Filosofia e espiritualidade para a maturidade!
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"Doze de Outubro - Dois Mundos em Um Mar" - por Cid Guerrero [Verso 1] De Palos de la Frontera, cais e oração Três de agosto, o sonho e a embarcação Três navios cortando o escuro, sem chão Colombo buscava as Índias, rumo ao poente E encontrou Guanahani, na areia quente Bahamas, 12 de outubro, um novo continente. [Pré-Refrão] No diário de bordo, a tinta e a ilusão, Olhos da Europa em busca de expansão. Ele achou que era o fim da jornada... Mas era o início de uma terra sangrada. [Refrão] Foi o encontro de dois mundos Separados por mar e além Uma só Terra, dois destinos No vento que vai e vem A língua que se espalhou A cruz e a espada no chão A história que nos uniu É a cicatriz dessa canção [Verso 2] Trouxe a palavra, trouxe a navegação Trouxe o mapa, a cultura, a oração Mas também trouxe a dor, a dominação Civilizações caladas, ouro e grilhão Consequência trágica, lição Que ainda ressoa em cada nação. Verso 3 Em Espanha é Festa, é Nacional Memória que pulsa, herança imortal Día de la Hispanidad, expansão cultural Língua que cruza o mar e se faz mundial Mas cruzando o Atlântico, o dia muda o tom Outro nome, outra voz, outro som: Argentina canta a Diversidade e o Respeito México lembra La Raza, no seu próprio jeito Chile é o Encontro de Dois Mundos profundos Venezuela e Nicarágua: Resistência que muda o rumo Nos Estados Unidos, Columbus Day no mapa Ou Dia Indígena, que a história resgata Colômbia, Peru, Equador, El Salvador: Cada canto reconta a sua dor E celebra a força que nasce do amor. [Refrão Final] Aqui no meu Brasil, neste mesmo dia É Aparecida, manto negro, mãe guia E é dia de criança, de olho que brilha Que não carrega culpa, só esperança que trilha. [Final] Que as crianças de hoje saibam de onde vêm, E que a dor do passado nos leve mais além. Que se fale espanhol, português, quéchua e guarani, Numa só voz que ecoa por aqui... E que no doze de outubro que o tempo teceu, A gente não celebre apenas o que passou, Mas o amanhã que a história nos prometeu: O mundo mais humano que a gente plantou Com esperança vai florescer!