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Conhecendo comidas e templos desconhecidos no Japão

Brenda Andrade и Sobre Budismo

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Conhecendo comidas e templos desconhecidos no Japão

343 просмотра · 4 недели назад
Brenda Andrade и Sobre Budismo
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Hoje vivemos um Japão diferente daquele que normalmente aparece nos roteiros turísticos. Estamos hospedados na cidade de Ota, em Tóquio, e decidimos aproveitar essa experiência para conhecer o Japão do dia a dia, aquele que faz parte da rotina de quem realmente vive aqui. Em vez de procurar apenas os pontos mais famosos, caminhamos por ruas menores, becos tranquilos, bairros residenciais e lugares frequentados principalmente pelos moradores. São nesses espaços que começamos a perceber detalhes que muitas vezes passam despercebidos quando a viagem é feita com pressa. Visitamos um templo chamado Ikegami Honmon-Ji, aqui mesmo em Ota, longe das grandes multidões. Um lugar silencioso, simples e bonito, onde foi possível observar a arquitetura, os pequenos detalhes e a atmosfera de contemplação que existe nesses espaços. Para mim, estar em um templo assim não é apenas visitar um ponto turístico. É também observar como a espiritualidade está integrada à vida cotidiana japonesa. Depois seguimos explorando as ruas, entrando em lugares pequenos e conhecendo um pouco da cultura local através da comida. Experimentamos ramen em um restaurante frequentado por pessoas do próprio bairro, daqueles lugares que provavelmente não aparecem nas listas dos principais pontos turísticos de Tóquio. Talvez seja justamente aí que esteja uma das partes mais interessantes desta viagem. Conhecer um país não é apenas visitar seus monumentos mais famosos. É observar como as pessoas vivem, onde comem, como cuidam dos espaços, como caminham pelas ruas e como convivem umas com as outras. Estamos tentando conhecer o Japão dessa forma: com menos pressa, mais atenção e presença. Porque, muitas vezes, o lugar mais interessante de uma viagem não está no mapa turístico. Está em uma rua qualquer, em um pequeno restaurante, em um templo silencioso ou em um detalhe que só percebemos quando realmente estamos presentes.