Final Fantasy IX sempre foi sobre morte
Só Mais Uma Quest
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Final Fantasy IX sempre foi sobre morte
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Final Fantasy IX, considerado o jogo mais clássico e representativo às origens da franquia pelos fãs. É uma obra que cultiva a beleza e inocência da fantasia medieval enquanto ressalta a liberdade incondicional, romantização de escolhas e responsabilidade pessoal de cada indivíduo. É um poema clássico ofuscado em meio ao mar de novidades que a indústria de jogos despejava no mercado ao fim da vida do PlayStation 1. Um mundo fantástico que não se esforçava em emular uma obra realista, e sim, um universo imersivo, cheio de emoção, aventura, personagens cativantes; possui uma história simples, porém extremamente expressiva e repleta de um sentimentalismo que transita entre a essência determinística e existencialista dos seres humanos.
A ideia de lutar contra aquilo que o destino lhe tem a oferecer é sem dúvidas uma ótima maneira de contar uma bela história. O que muitas vezes é negligenciado é o preço que se paga pela liberdade. Todos os personagens de Final Fantasy IX, sejam eles herois ou vilões, passam por crises existenciais e precisam lidar com as consequências de seus atos.
Que tal revisitarmos essa história juntos e destacarmos aqui as virtudes de cada um de nossos herois neste mundo fantástico que será sempre cultivado por muitos como a obra existencialista mais relevante dos videogames.
Capítulos:
00:00 - Introdução
01:33 - A origem e o ciclo das almas
05:05 - O plano de Garland
14:08 - Os herois
19:28 - Feliz aniversário, princesa!
26:10 - A queda de Cleyra e Lindblum
31:08 - A queda de Brahne
38:57 - A queda de Alexandria
44:52 - O existencialismo
48:42 - O encontro com a morte
53:20 - A dimensão zero
56:56 - Esperança! (conclusão)
Referências:
O Existencialismo é um Humanismo (Jean-Paul Sartre)
The Legend of Final Fantasy IX
Final Fantasy IX Ultimania
https://finalfantasy.fandom.com/wiki/... (e suas subpáginas)
Observações:
Quando Amarant é citado pela primeira vez, ele tinha 18 anos, não 16
A pronúncia provavelmente correta para Eiko é "Ico", mas já falei errado por tantos anos que não mudo mais