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Escândalo em Miami: as mentiras sobre a viagem de Flávio Bolsonaro

De Olho No Supremo

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Escândalo em Miami: as mentiras sobre a viagem de Flávio Bolsonaro

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De Olho No Supremo
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Flávio Bolsonaro chegou a Miami depois de cruzar a fronteira com a Argentina às 22h50 de terça e fazer escala no Equador. Veja a rota hora a hora, o que a migração argentina confirmou e por que visto não é asilo. CAPÍTULOS 0:00 Abertura: a rota que desmonta a versão de terça 0:53 Contexto: a eleição e a ordem do STF 1:46 Terça de manhã: ninguém encontra Flávio 2:43 As versões de terça: Infobae, Argentina nega, PF procura 4:57 A virada: a nota oficial da migração argentina 7:34 O jato e a rota sem passar pelo Brasil 9:06 Escala no Equador e pouso em Miami 10:51 O que dizem os EUA: visto não é asilo 13:47 A investigação e a ordem dos passaportes 15:16 Flávio é foragido? 16:46 Reações no Brasil 17:43 Por que isso importa 19:28 Linha do tempo e o que falta responder NESTE VÍDEO O prazo do Supremo para Flávio Bolsonaro entregar os passaportes terminou às 11h de terça-feira, 27 de outubro. Segundo a Dirección Nacional de Migraciones da Argentina, ele entrou no país às 22h50 daquela noite, pela Ponte Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu, com a esposa e as duas filhas. Às 23h30 a família embarcou num jato particular com destino a Guayaquil, no Equador. De lá, o avião seguiu para o aeroporto executivo de Opa-locka, em Miami, onde pousou por volta das 10h25 (horário de Brasília) desta quarta-feira. O vídeo mostra o que foi confirmado oficialmente, o que foi desmentido (as informações de que ele já estava nos EUA na terça) e o que ainda está em aberto: qual documento ele usou na fronteira, como passou depois do alerta da Polícia Federal, se vai pedir asilo e o que o STF vai decidir. Também explica a diferença entre o visto confirmado pelo Departamento de Estado dos EUA e um pedido de asilo, que até agora não foi confirmado oficialmente. Informações marcadas como "não confirmado" no vídeo vêm de fontes não identificadas ou de aliados e estão creditadas na tela. Investigação não é condenação. Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz negam qualquer irregularidade.