Rebeliom do Inframundo - YALAH
REBELIOM DO INFRAMUNDO
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Rebeliom do Inframundo - YALAH
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REBELIOM DO INFRAMUNDO
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Dirección e dirección creativa: Lara Caeiro
Axudantía de dirección: Zoe Mera
Produción executiva: Galunk Producións, Rebeliom do Inframundo
Dirección de produción: Zoe Mera
Dirección de fotografía: Miguel Barcia
1AC // Focus Puller: Lucas Leira
Actor: Noel Iglesias
Dirección de arte e vestiario: Lara Caeiro
Prendas de deseño: @antelo.gal
Deseño gráfico: Elena Ebengoa
Foto fixa: Candela Lora
💿 Música:
Música: Rebeliom do Inframundo
Letra: Nervo
Cantiga: Iria Medraño
Instrumental: Frank Huxley, Busto , Nervo
Guitarra: Alberto busto
Scracht: Dj Pol
Grabado por: Frank Huxley & Alberto Busto
Mistura e máster: Iago Pico ~ Pouland Studios
Discográfica: Galunk Producións
Sonhei que o mar secava, sonhei que a neve ardia.
Sonhei cousas impossíveis, sonhei que nom te queria.
Baila aqui, baila aqui minha nena, baila que nom há pó nem areia,
nom há pó nem areia nem nada. Baila co lume minha namorada.
Cassetes, maquetas, milagres,
a Sorpresa, Lume Rebeliom é desaires,
Ilegal, Luminárias, Amor ou Barbárie,
Orgulho, nom temos que demostrar nada a nadie.
Medito no pico dos Andes, som um coa terra.
O céu tem pique com ela por inveja.
Aqui todo deus vai com uma estratégia,
é ter de enemigo o teu compi de celda.
Tento vivir mas tenhem-me canso,
só queria fluir na paz e seu remanso.
Forzam o meu ser a ser despiadado.
Vam coa cara limpa pero o coraçom falso.
Esculpo versos de adamantium, beijos nosferatum,
aplausos a hombros nesse atrium.
Parabellum magnum, a humildade tem um preço,
agasalhar-lhes meu desprezo é um ultimatum.
Mamá já som um mito sem estar morto ou preso,
dende cativo buscando-me os pesos.
Nom todo vale os princípios tenhem peso.
Nom fodo a nadies a costa do meu progresso.
Estou fazendo acopio, de um estilo propio,
recibo piropos ata em fumadeiros de ópio.
Nom sei cirílico falo galego, tronco.
Tenho trinta e pico e zero tempo para ñordos.
Injustiça, temos fame, as feridas nom se lamen.
Sua codicia cheira o sangue. Eles dim merda e nos amém. (x2)
Sigo prendido em gemidos, compreendo o incompreendido,
pendendo dum puto fio afio meus alaridos,
sátiros ponhem-se a tiro, bo viagem pros falecidos,
malparidos, homicidios, cómplices de genocídios.
Passa-lo mal que saberam,
por dentro estam mortos coa sangue do Jordam,
temos um plan, loitar por nosso fogar.
Estamos juntas nisto coa força de titans.
Dilúvia em tromba, som bombas sobre boombaps.
Zaratustras vendem o cú por rupias.
Ser o melhor frustra, estar coa fusta.
Apago a chusta nas flores da sua tumba.
Via crucis, sufrimento,
a merda esses relojos eu controlo o tempo.
Sidera cantat, tacito firmamento.
Alea iacta est, memento mori e pudre-te por dentro.
Desculpada estas palavras, lume nas entranhas,
cheiram o sangue essas piranhas.
Estam colgandose méritos, medalhas
e parecem o emérito com prostitutas na praia.
Os olho com desprezo como o mar Moisés,
e gero o efecto da goma-2 num C3,
que crem? Que som o puto Aristóteles?
Só quero rebentar o meu antigo call center.
Injustiça, temos fame, as feridas nom se lamen.
Sua codicia cheira o sangue. Eles dim merda e nos amém. (x2)