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ÍDOLO DE FLU E FLAMENGO. TERMINOU A VIDA VENDENDO CIMENTO AOS 51

Fatos e Memórias

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ÍDOLO DE FLU E FLAMENGO. TERMINOU A VIDA VENDENDO CIMENTO AOS 51

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A história de Toninho Baiano, o lateral-direito incansável que foi ídolo de Fluminense e Flamengo, que vestiu a amarelinha na Copa do Mundo de 1978 na Argentina, que jogou na Seleção do Resto do Mundo ao lado de Pelé, mas que no final da vida trocou os gramados por um balcão de loja de material de construção em Salvador, morrendo aos 51 anos, longe dos holofotes e das arquibancadas que um dia gritaram seu nome. Descubra os bastidores da vida do lateral que subiu e desceu a vida inteira e como foram seus últimos dias. Neste vídeo, contamos a história completa de Antônio Dias dos Santos, o lendário lateral-direito conhecido como Toninho Baiano, que nasceu em Vera Cruz, no interior da Bahia, em 7 de junho de 1948, e se tornou um dos laterais mais completos e incansáveis da história do futebol brasileiro. Descubra como ele, com sua raça inigualável e polivalência tática, começou no São Cristóvão da Bahia como ponta-esquerda, assumiu a lateral-direita por acaso após contusão do titular, estreou profissionalmente pelo Galícia em 1967, foi para o Fluminense em 1970 por cem mil cruzeiros onde foi campeão carioca em 1971, 1973 e 1975, conquistou a Taça de Prata de 1970, ouviu de Didi que sofria de "bloqueio mental", foi trocado no famoso troca-troca carioca de 1976 para o Flamengo onde conquistou a torcida rubro-negra com tricampeonato carioca em 1978, 1979 e 1979 especial, foi campeão brasileiro em 1980, foi convocado para a Copa do Mundo de 1978 na Argentina como titular absoluto, jogou na Seleção do Resto do Mundo ao lado de Pelé contra a Argentina campeã, e viu sua carreira ser destruída por uma transferência problemática para o Al-Nassr da Arábia Saudita que o deixou sem passe e o obrigou a se aposentar aos 33 anos. Mas a história não termina em glória. Revelamos os últimos anos de vida de Toninho Baiano, marcados por uma vida simples em Salvador atrás de um balcão vendendo material de construção, e como o lateral que subiu e desceu o campo inteiro passou seus últimos dias longe do futebol que tanto amou, até morrer em 8 de dezembro de 1999, aos 51 anos, em Salvador, deixando para trás o legado de um jogador que provou que a verdadeira grandeza não está nos troféus, mas na capacidade de se reinventar, de aceitar a derrota sem perder a dignidade, e de vender cimento com a mesma raça com que defendia a lateral. Uma jornada emocional sobre raça, reinvenção e o preço cruel de ser ídolo quando o mundo decide te esquecer. 👍 Se essa história tocou você, deixe seu like. Esse simples gesto ajuda a manter vivas as memórias dos verdadeiros guerreiros que construíram o nosso futebol. 💬 Comente: Você se lembra do Toninho Baiano em campo? Daquele lateral que subia e descia sem parar? Ou você conheceu a história dele através dos relatos dos mais velhos? Conta aqui nos comentários a sua lembrança. E escreva também qual personalidade do futebol você quer ver no próximo vídeo. 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder as próximas histórias do futebol brasileiro. 📺 Assista também:    • O MAIOR ÍDOLO DO FLU MORREU E QUASE NINGUÉ...      • CAMPEÃO MUNDIAL AOS 23. CARREIRA DESTRUÍDA...