Uma Abóbada Gótica Não Pode Ser Movida. Então Construíram Uma Máquina em Volta Dela
Construções em Detalhes
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Uma Abóbada Gótica Não Pode Ser Movida. Então Construíram Uma Máquina em Volta Dela
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Em 1975 uma igreja gótica de cerca de 12 mil toneladas andou 841 metros sobre trilhos, a 1 a 3 centímetros por minuto, durante quatro semanas sem parar. Este episódio explica por que essa velocidade não veio da máquina e sim da pedra: uma abóbada de nervuras só se sustenta comprimida, e alguns milímetros de deslocamento diferencial põem a alvenaria em tração, que é justamente o que ela não aguenta. Mostra por que desmontar foi descartado, o que é o exoesqueleto de aço montado por dentro e por fora antes do corte das fundações, por que os trilhos são vários e paralelos, e por que frear era mais perigoso que andar. E termina no que ficou: o objeto foi salvo, e a cidade que existia em volta dele não existe mais.
0:00 Abertura
0:22 Uma catedral gótica é, do ponto de vista da
1:08 O motivo estava embaixo
1:46 As duas saídas conhecidas para esse tipo de
2:24 Então ficou a terceira saída, que quase nunca é
3:07 Fechada a gaiola, o passo seguinte é o mais
3:20 Embaixo do conjunto foram montados carrinhos de
3:53 Por isso a velocidade
4:27 Vale segurar aqui, porque a leitura de proeza é a
5:04 E o resultado entrou para os registros como o
5:42 E existe o contraponto honesto, sem o qual isto
6:15 E é isso que faz esta obra valer um episódio
6:48 Já que você ficou até o fim, deixa nos comentários
7:11 E antes de você sair, olha só de onde este episódio
7:43 E tem a montanha falsa, que a gente contou aqui
8:07 E tem o elevador de navios, que a gente contou no
8:32 Repare que não é coincidência