AS 6 DEFESAS DE ANIMAIS TÃO ROUBADAS QUE PARECEM TRAPAÇA
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AS 6 DEFESAS DE ANIMAIS TÃO ROUBADAS QUE PARECEM TRAPAÇA
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6 ANIMAIS EXTINTOS COM DEFESAS TÃO ROUBADAS QUE PARECEM TRAPAÇA
Ser herbívoro na pré-história devia ser uma tremenda desvantagem. Você passava o dia
mastigando planta, cuidando da própria vida, e sempre havia algum carnívoro de três
toneladas olhando para você como se já tivesse feito o pedido pelo aplicativo. É por isso que
alguns animais não se limitaram a desenvolver uma defesa. Eles viraram a própria
consequência.
Pois é meus amigos... Teve bicho que transformou a cauda numa marreta quebra-ossos. Outro
carregava três pontas na cabeça e estava sempre a uma corrida de distância de mandar um
predador conhecer os antepassados. E teve bicho que a natureza olhou e falou: “quer saber?
Defesa normal é pouco. Vamos colocar espinho onde der, e se sobrar espaço, coloca mais
espinho”.
Hoje nós vamos conhecer 6 ANIMAIS EXTINTOS COM DEFESAS TÃO ROUBADAS QUE PARECEM
TRAPAÇA.
E fica até o final, porque o último animal da lista é aquele momento em que a natureza
literalmente perdeu a compostura. Vamos nessa!
ANQUILOSSAURO.
Se existiu um animal que levou a filosofia de “não virar comida de ninguém” a sério, foi o
Anquilossauro. Enquanto alguns herbívoros apostavam na velocidade e outros confiavam no
tamanho, ele escolheu uma solução bem mais direta: transformar o próprio corpo num tanque
de guerra e deixar uma marreta carregada na traseira, caso a blindagem não fosse um recado
suficientemente claro.
Ele viveu no final do período Cretáceo, entre aproximadamente 68 e 66 milhões de anos atrás,
na América do Norte, dividindo território com ninguém menos que o Tiranossauro rex. E
quando o predador da vizinhança podia pesar várias toneladas e carregava uma das mordidas
mais poderosas da história, ser apenas valente não bastava. Era preciso parecer intragável até
de longe. E ele parecia.
Com até cerca de oito metros de comprimento, o Anquilossauro tinha um corpo largo, baixo e
coberto por osteodermos, placas ósseas formadas dentro da própria pele. Até o crânio possuía
partes reforçadas e fundidas. Morder suas costas provavelmente seria como tentar mastigar
uma calçada, e derrubá-lo para alcançar a barriga exigiria virar várias toneladas de puro ódio
estacionado.
Mas toda essa armadura era apenas a parte que fazia o predador pensar duas vezes. A cereja
do bolo, ou melhor, o motivo para ele nunca mais conseguir mastigar bolo nenhum, ficava na
ponta da cauda.