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«Se a Rússia decidisse atacar o espaço europeu não tínhamos intercetores para nos podermos defender»

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«Se a Rússia decidisse atacar o espaço europeu não tínhamos intercetores para nos podermos defender»

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«Se a Rússia decidisse atacar o espaço europeu não tínhamos intercetores para nos podermos defender» O Major-General Isidro Morais Pereira analisou no NOW as declarações de Keith Kellogg sobre a guerra na Ucrânia e o papel de Donald Trump no conflito. Em foco estiveram as revelações de que o presidente norte-americano não terá pressionado Volodymyr Zelensky a ceder 20% do território de Donetsk, tendo sugerido a Vladimir Putin que combatesse pelo terreno se o quisesse conquistar. Em relação à segurança europeia, a análise abordou o cenário de uma possível agressão russa aos países bálticos, com destaque para a Lituânia e a ligação a Kaliningrado, o que motivou os alertas dos serviços de informação e a deslocação do diretor da CIA a Moscovo para dissuadir o Kremlin. Foi também debatida a escassez crítica de mísseis intercetores Patriot, provocada pelo consumo de 65% das reservas no Médio Oriente. Perante a capacidade de produção limitada nos próximos anos, ressalvou-se a vulnerabilidade do espaço europeu: «Neste momento, se a Rússia decidisse atacar o espaço europeu, nós não tínhamos intercetores para nos podermos defender». A conversa abordou ainda o interesse da Alemanha em financiar a frota de dissuasão nuclear Trident do Reino Unido e a provocação de Trump sobre o estreito de Ormuz. #GuerraNaUcrânia #DonaldTrump #KitKellogg #VladimirPutin #Zelensky #Lituânia #NATO #PaísesBálticos #MísseisPatriot #Alemanha #Trident #EstreitodeOrmuz #Polónia #CIA #XadrezMundial