Startup indicada por amigo: o primeiro erro de quem investe
Luiz Gomes
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Startup indicada por amigo: o primeiro erro de quem investe
14 просмотров · 3 дня назад
Luiz Gomes
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Muita frustração depois de um aporte dava pra ter sido prevista antes de assinar. Neste episódio do Capital Conectado, falo dos seis erros que mais vejo na análise de startups, da primeira indicação até a diligência jurídica e contábil.
Startup que chega por indicação de alguém de confiança nem sempre é startup. Fábrica de software é o caso que mais aparece na mesa: vende projeto, entrega e sai atrás do próximo contrato. Pode crescer e dar lucro, mas não tem a replicabilidade que um investimento em startup precisa.
Rodada anterior também pede leitura com lupa. Tem investidor que exige cash-out em toda rodada futura. Se essa cláusula passa batido, parte do dinheiro que você aportou vai direto pra ele, sem que você tenha concordado com isso.
Na diligência, escritório de advocacia e contabilidade que não conhece startup costuma travar negócio bom por problema que se resolve depois do aporte. Toda startup chega com alguma pendência jurídica ou contábil. A pergunta é qual dá pra aceitar, e é aí que entra a separação entre yellow flag, que se corrige no pós-investimento, e red flag, que tira a startup da mesa.
Capítulos
00:00 Os erros que só aparecem depois do aporte
01:26 Confiar na indicação (e o caso da fábrica de software)
03:43 Time fundador, meta e mercado
04:49 Os acordos com investidores anteriores
06:31 Diligência feita por quem não entende de startup
07:38 Yellow flag x red flag
08:24 Como investir pelo pool da Konekto
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