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Dívida bancária: o banco pode estar cobrando mais do que voce deve!

Paulo Martins

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Dívida bancária: o banco pode estar cobrando mais do que voce deve!

70 просмотров · 6 дней назад
Paulo Martins
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Sua empresa deve R$ 500 mil ao banco. Mas você realmente precisa encontrar R$ 500 mil para resolver essa dívida? Antes de vender patrimônio, pegar outro empréstimo ou aceitar uma proposta de renegociação apresentada pelo banco, existe uma pergunta muito mais importante: Quanto dessa dívida realmente pode ser exigido de você? Neste vídeo, eu explico como funciona a análise jurídica de uma dívida bancária empresarial e o que deve ser verificado antes de aceitar uma cobrança ou renegociação. Quando uma empresa possui uma dívida de capital de giro, conta garantida, crédito rotativo, PRONAMPE ou outra operação bancária, não basta olhar para o saldo final apresentado pela instituição financeira. É preciso entender como aquele valor foi formado. Neste vídeo, você vai entender: • Por que o valor apresentado pelo banco não deve ser aceito automaticamente; • Como analisar o contrato bancário; • O que verificar sobre juros e encargos; • Como funciona a análise da evolução da dívida; • Por que o produto bancário contratado faz diferença; • O que pode ser analisado em uma dívida de capital de giro; • O que observar antes de renegociar uma dívida empresarial; • Qual a importância de verificar as garantias oferecidas; • Quando uma análise jurídica pode fortalecer uma negociação com o banco; • A diferença entre uma dívida em negociação, uma dívida vencida e uma dívida que já está em execução; • Por que não é recomendável simplesmente trocar uma dívida antiga por um novo empréstimo sem analisar a operação; • Como o passivo bancário deve ser analisado dentro da realidade financeira da empresa. O BANCO APRESENTOU R$ 500 MIL. E AGORA? Imagine que uma empresa contratou R$ 300 mil em capital de giro e, depois de dificuldades financeiras e do acúmulo de encargos, recebeu uma cobrança de R$ 500 mil. A pergunta não deve ser simplesmente: “Como vou conseguir R$ 500 mil?” A primeira pergunta é: “Como essa dívida chegou a R$ 500 mil?” É justamente nessa etapa que a análise contratual, financeira e jurídica se torna importante. Dependendo do caso concreto, podem existir pontos relacionados a juros, encargos, critérios de atualização, condições contratuais e outros elementos que precisam ser avaliados. Isso não significa que toda dívida bancária será reduzida ou que todo empresário terá determinado percentual de desconto. Cada contrato e cada operação precisam ser analisados individualmente. Em determinadas situações, uma estratégia jurídica bem estruturada pode gerar reduções relevantes e melhorar significativamente as condições para solucionar o passivo. NÃO É SIMPLESMENTE “PROCESSAR O BANCO” Uma estratégia para dívida bancária não significa necessariamente entrar com uma ação judicial. Dependendo do caso e do estágio da dívida, a análise jurídica pode servir para: negociar melhor, revisar valores, discutir encargos, estruturar uma proposta ou avaliar medidas judiciais. Existe uma diferença enorme entre chegar ao banco dizendo: “Eu não consigo pagar.” E chegar com uma análise mostrando: “Eu conheço essa dívida, sei como ela foi formada e tenho fundamentos para discutir os valores e as condições.” Essa diferença pode mudar completamente uma negociação. E NÃO OLHE APENAS PARA O BANCO Uma empresa pode ter R$ 500 mil em dívida bancária, R$ 200 mil em passivo fiscal e ainda possuir obrigações trabalhistas. Por isso, o problema não deve ser analisado de forma isolada. Bancário, fiscal e trabalhista precisam conversar. O objetivo não é simplesmente pagar uma dívida. É reorganizar o passivo empresarial de forma que a empresa consiga preservar o caixa, cumprir suas obrigações e continuar funcionando. Porque passivo que não aparece no balanço aparece no processo. ANTES DE RENEGOCIAR, FAÇA ISSO: Reúna os contratos bancários e documentos da operação. Levante o histórico dos pagamentos. Identifique exatamente qual produto bancário foi contratado. Analise a evolução do saldo devedor. Verifique juros, encargos e demais cobranças. Avalie as garantias envolvidas. Só então defina a estratégia: negociação, revisão, discussão judicial ou combinação dessas medidas. Não é simplesmente o que você deve. É o que o banco consegue provar que você deve e o que pode ser juridicamente discutido. Se sua empresa está endividada com banco e você recebeu uma proposta de renegociação, não tome uma decisão de centenas de milhares de reais baseado apenas no número apresentado pela instituição financeira. Antes de pagar, analise. Se quiser entender quais caminhos podem existir para o passivo da sua empresa, entre em contato pelo WhatsApp. Paulo Martins Advogado Empresarial Martins Advocacia Empresarial e Tributária 📌 Inscreva-se no canal para acompanhar conteúdos sobre dívida bancária empresarial, gestão de passivos, Direito Empresarial, planejamento patrimonial, Direito Tributário e proteção da empresa.