Como saber a hora de interpretar (e a hora de só escutar)
Deborah Klajnman | Psicanalista
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Como saber a hora de interpretar (e a hora de só escutar)
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Deborah Klajnman | Psicanalista
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Como saber a hora de interpretar — e a hora de só escutar?
Compreender algo sobre o paciente não significa que isso precise ser dito ao paciente. Neste episódio eu falo sobre o que faz uma fala do analista ser, de fato, uma interpretação: de onde ela parte, por que depende da transferência, por que não convém fechar o sentido rápido demais — e por que é o efeito, e não a intenção do analista, que permite reconhecê-la.
Com dois exemplos clínicos e um exercício simples para a sua próxima sessão.
⏱ CAPÍTULOS
00:00 Em que momento eu falo?
03:10 O que é — e o que não é — interpretação
11:20 Compreender não é comunicar
13:30 Cinco elementos de uma interpretação
27:20 Dois exemplos clínicos
32:00 Duas objeções comuns
38:40 Um exercício para a próxima sessão
41:00 Três ideias para levar
💬 Me conta nos comentários: o que é mais difícil para você — saber quando falar, saber o que falar, ou sustentar o silêncio quando você já acha que entendeu alguma coisa?
Por dentro da sessão, toda quinta-feira ao meio-dia.
Sou Deborah Klajnman, psicóloga e psicanalista. Pós-doutora pela USP, doutora em Psicanálise pela UERJ, atendo em consultório há mais de quinze anos e sou autora de "A realidade psíquica na neurose e na psicose: de Freud a Lacan" e "Todo mundo é louco, ou seja, delirante".
📚 Freud: Sobre a psicanálise "selvagem" (1910); A dinâmica da transferência (1912); Recordar, repetir e elaborar (1914); Construções na análise (1937). Lacan: A direção do tratamento e os princípios de seu poder (1958); Seminários 11 e 17; O aturdito (1972). MARTINHO, M. H. A interpretação psicanalítica: "um dizer nada". Stylus, n. 24, p. 77-84, 2012.
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