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Avaliação - Mitsubishi Triton Katana 2027 - Muito melhor que a Hilux, mas...

Tudo de carro

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Avaliação - Mitsubishi Triton Katana 2027 - Muito melhor que a Hilux, mas...

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Sem dúvida nenhuma, a Mitsubishi é uma das montadoras mais tradicionais quando a gente fala de picapes médias. Essa aqui é a Mitsubishi Triton Katana 2026, a versão topo de linha da picape. É Junto com a Toyota Hilux, ela é conhecida por ser extremamente robusta e preparada para o Off Road. Mas, num dos segmentos mais concorridos do mercado, Será que vale a pena comprar uma picape como essa hoje? E o que ela tem de diferente em relação à concorrência? Bom, pra responder tudo isso, bora falar dos pontos positivos, negativos e mostrar todos os detalhes dessa brutalidade sobre rodas. História Pra quem não sabe, a L200 chegou por aqui em 1991, sendo uma das primeiras picapes médias do segmento. E Desde 1998 ela é produzida aqui no país, no estado de Goiás. No final de 2024, ela chegou na sua sexta geração. E um detalhe curioso: ela deixou de lado o nome L200 e passou a se chamar apenas Triton. É como se, de um dia pro outro, eu aposentasse o nome Rodrigo… e começasse a me apresentar só como Losano. Eu diria que é no mínimo Curioso, rs… --------------------------- VERSÕES Outra coisa que chama atenção é que ela tem uma infinidade de versões: Começando pela GL, mais voltada para frotistas, tendo opção de câmbio manual e automático. Depois temos as versões intermediárias, como a GLS, Tarmac, HPE e HPE-S. E no topo da linha ficam justamente a Katana — que é essa aqui do vídeo — e a Savana, que é mais focada no off-road mais pesado. Além de mais equipada, essa versão se diferencia por alguns detalhes estéticos, como esse belo Santo António, molduras nas caixa de roda, e detalhes em preto na carroceria. Mas bora falar sobre o motor, que aqui ela manda muito bem! MOTOR Sob o capô temos o conhecido motor 2.4 turbodiesel da Mitsubishi, agora atualizado, que aqui gera 205 cavalos e impressionantes 47,9 kgfm de torque. E pra quem gosta de números, ela faz o 0-100 em 11,4 segundos e chega até os 190 km/h. Nada mal para essa grandona que pesa mais de 2 toneladas. E aqui vai um ponto importante: Nessa geração, ela adotou um motor BITURBO, ou seja. Uma turbina, menor, mais focada para as baixas rotações e a outra turbina para as rotações mais altas, lembrando que as duas turbinas atuam juntas. Na prática, isso siginica que ela tem muita força, mesmo em baixa rotação. O que é ótimo para uma picape, que é feita para carregar peso, rebocar e encarar trilhas sem sofrimento. Mas a gente fala melhor sobre isso com o carro andando. Legal falar, que ela tem uma bela Manta acústica e o cofre é bem organizado. Pelo preço poderia ter amortecedor de capô, mas mais dar uma colher de chá pois ela é espirualmente é um carro de trabalho. CÂMBIO Já o câmbio é um automático convencional de 6 velocidades. Eu sei que a própria marca tem câmbios mais modernos, com até 8 velocidades, MAS eu acredito que a marca tentou utilizar o seu câmbio mais robusto e confíavel, principalmente pensando no uso mais pesado. Infelizmente, ele perdeu uma das coisas que eu achava mais legais da geração passada, que eram as borboletas para passar de marcha. Agora, se você quiser mudar de marcha no modo “ manual” tem que vir aqui pra alavancar. Mas isso é mero, preciosismo. E junto com o câmbio, temos aqui o seletor do sistema de tração. Captação e edição: Aline Oliveira