As Doenças Mais Aterrorizantes da Idade Média - Como Era Morrer de Cada Uma
ERA.
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As Doenças Mais Aterrorizantes da Idade Média - Como Era Morrer de Cada Uma
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ERA.
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Como era realmente encarar uma doença grave na Idade Média, num mundo sem antibióticos, água encanada ou analgésicos?
Neste vídeo, exploramos a verdadeira dimensão do sofrimento humano e da resiliência durante a Idade Média. Longe de caricaturas superficiais, a análise de textos históricos, relatos de testemunhas e achados bioarqueológicos revelam como epidemias e infecções devastavam o corpo humano.
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📚 REFERÊNCIAS E FONTES CIENTÍFICAS:
Boccaccio, Giovanni (1348). The Decameron (Introdução e relatos sobre a Peste Negra em Florença)[1].
CDC / Working Group on Civilian Biodefense (2000). Plague as a Biological Weapon: Medical and Public Health Management. JAMA[4].
Cruz, Alice (2009). O Hospital-Colónia Rovisco Pais: a última leprosaria portuguesa e os universos contingentes da experiência e da memória. História, Ciências, Saúde – Manguinhos[7][8].
Haller Jr., John S. (1993). Ergotism. In: The Cambridge World History of Human Disease. Cambridge University Press[9].
WebMD / Fischer, K. (2024). *An Overview of Ergotism (St. Anthony's Fire)*[12].
Wikipedia / Vários Autores. Medieval Medicine of Western Europe (Revisão sobre humoralismo, hospitais e bimaristans)[15].
Yeh, H.-Y. et al. (2014). Intestinal parasites in a mid-14th century latrine from Riga, Latvia: Fish tapeworm and the consumption of uncooked fish. Journal of Archaeological Science[20].
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