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Quando a criança não engaja na sessão: como desenvolver raciocínio clínico na TCC infantil

Letícia Cajal

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Quando a criança não engaja na sessão: como desenvolver raciocínio clínico na TCC infantil

16 просмотров · 2 мес. назад
Letícia Cajal
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Seu paciente não engajou na sessão. Você planejou tudo, separou a atividade, pensou nos objetivos e a criança simplesmente disse: “não quero”. 😅 Se você atende crianças, provavelmente já viveu uma sessão assim. E antes de sair procurando outro jogo ou mudar todo o planejamento, existe uma pergunta mais importante: o que esse comportamento está me mostrando? Neste episódio, vamos conversar sobre raciocínio clínico na TCC infantil e sobre como observar o comportamento da criança para compreender o que pode estar acontecendo antes de decidir como intervir. Você vai entender: •⁠ ⁠Por que uma recusa não explica, sozinha, o comportamento da criança; •⁠ ⁠O que observar quando o paciente não engaja; •⁠ ⁠Como trabalhar com hipóteses clínicas sem chegar a conclusões precipitadas; •⁠ ⁠Por que brincar também pode fornecer dados clínicos importantes; •⁠ ⁠Como adaptar uma sessão sem abandonar o objetivo terapêutico; •⁠ ⁠e por que planejamento, jogos e atividades não substituem raciocínio clínico. Porque amadurecer na clínica também envolve uma mudança importante: sair do desespero de “o que eu faço agora?” para começar a perguntar “o que está acontecendo aqui?” Pega seu café e vem comigo para mais um Café com Contingência.☕ Se esse conteúdo te ajudou a pensar diferente sobre a prática clínica infantil, se inscreva no canal e compartilhe este episódio com outro profissional que também atende crianças. E me conta nos comentários: você já teve uma sessão em que nada do que tinha planejado aconteceu? Me conta aqui embaixo. 👇🏼