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FINAL 38º CARIJO | ALMA DE ANTES

Festival Carijo da Canção Gaúcha

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FINAL 38º CARIJO | ALMA DE ANTES

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Festival Carijo da Canção Gaúcha
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Alma de antes Hoje quero um mate e um rádio de pilha milongueando versos, lá de onde eu vim contando o meu pago com a alma gaúcha que o Zé Claudio, um dia, cantou só pra mim... Quero que as palavras, de um livro do Rillo saia dos guardados pelo rio dos versos e encante os olhos de um guri povoeiro que conhece pouco, do seu universo... Quero que o silêncio das tardes de maio me leve de volta pra algum tempo moço e eu prove a ternura da vida e do campo que o Tocaio tinha, em sua alma de poço... Quero ouvir meu pago, num palco povoeiro Sonoras milongas, que andam distantes. Que tragam esperança de algum verso novo com a voz destes tempos, e a alma de antes. Quero que as pajadas, todas que ouvi um dia se espalhem, muito além dos planos com a força do campo, incontida nelas renascendo a alma de Jayme Caetano. Quero que o canto de outro Passarinho me acalente a alma, me cale outra vez... Pra lembrar um pouco o guri que fui vestido as pilchas, que minha mãe fez. Quero ouvir Noel, cantando Aureliano encilhando um zaino, querendo partir... E na voz serena de algum rio da infância navegue meus sonhos junto ao Cenair. LETRA CADASTRADA NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO NO PAINEL CARIJO.RS