Efervescência Âmbar: A Poesia do Vidro e o Ritmo dos Poás
Acervo Jorge Feitosa
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Efervescência Âmbar: A Poesia do Vidro e o Ritmo dos Poás
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Em meados das décadas de 1960 e 1970, a vidraria artística europeia e escandinava vivenciou um período de notável renovação estética.
Sob a ótica curatorial de Jorge Feitosa, a alcunha "Efervescência Âmbar" sintetiza a poesia visual criada pelo padrão de poás. A disposição rítmica e desalinhada das esferas foscas sobre o fundo âmbar de acabamento lustrado e iridescente simula perfeitamente bolhas de gás em movimento ascendente contínuo. É como se a peça estivesse em constante celebração, mesmo quando repousa silenciosa sobre o móvel.