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MISTÉRIOS do GELO: do Passo Dyatlov ao Everest (6 casos ainda sem resposta)

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MISTÉRIOS do GELO: do Passo Dyatlov ao Everest (6 casos ainda sem resposta)

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Documentário completo sobre os mistérios do gelo: Passo Dyatlov, Ötzi, o lago dos esqueletos de Roopkund, a expedição Franklin, as múmias incas do Llullaillaco e Mallory e Irvine no Everest. Fevereiro de 1959, Urais do Norte. Uma equipe de busca encontra uma barraca meio desabada, com nove pares de botas lá dentro. A perícia vai concluir que a lona foi cortada por dentro. Os nove jovens tinham saído no escuro, a maioria só de meia, com mais de vinte e cinco graus negativos. Nenhum voltou. Em 2021, um modelo de avalanche em placa explicou por que fugiram. Os ferimentos, a radiação nas roupas e o que fizeram naquela noite continuam abertos. Alpes de Ötztal, 1991. Um homem morto há 5.300 anos sai do gelo. Por dez anos, a ciência acreditou que ele tinha morrido de frio, até que um raio X mostrou uma ponta de flecha sob a omoplata. Em 2023, o genoma corrigiu até o rosto que o mundo conhecia. Quem atirou, ninguém sabe. No Himalaia indiano, a mais de cinco mil metros, um lago pequeno guarda ossos humanos na margem. A explicação que correu o mundo era uma única tempestade de granizo. O radiocarbono e o DNA mostraram grupos separados por cerca de mil anos, um deles com ancestralidade do Mediterrâneo oriental. O que faziam ali continua sem resposta. Ártico canadense, 1847. Uma folha do Almirantado diz "All well". Onze meses depois, a mesma folha registra a morte de Franklin, os navios abandonados e 105 homens partindo a pé. Charles Dickens chamou de improvável o que os inuítes contaram a John Rae. Os ossos com marcas de corte, os navios achados em 2014 e 2016 e o DNA de 2024 contaram o resto. Vulcão Llullaillaco, 6.739 metros. Em 1999, três crianças incas são encontradas perto do cume, mais de quinhentos anos depois do ritual da capacocha. O cabelo da mais velha registra, mês a mês, o último ano de vida: a comida, a coca, o álcool. Como as três morreram, a ciência ainda não sabe. Este filme não mostra os corpos. Setembro de 2024. Uma bota sai do gelo da geleira de Rongbuk, com uma meia bordada: A.C. IRVINE. Em 8 de junho de 1924, Andrew Irvine e George Mallory foram vistos pela última vez a caminho do cume do Everest. Se chegaram lá, quase 29 anos antes de Hillary e Tenzing, ninguém sabe. A câmera deles nunca foi achada. Seis casos reais, com fonte, data e nome. O gelo guarda tudo. Não conta tudo. CAPÍTULOS 00:00 Abertura 00:38 A Noite do Passo Dyatlov 08:16 A Flecha Que Ninguém Viu 16:37 O Lago dos Esqueletos 24:34 O Bilhete de Duas Datas 32:41 Doze Meses de Preparo 40:38 O Gelo Devolve FONTES PRINCIPAIS — Passo Dyatlov: páginas do processo criminal de 1959 (Wikimedia Commons); Gaume & Puzrin, Communications Earth & Environment (2021); Procuradoria-Geral da Rússia (2020), via Meduza e Kommersant. — Ötzi: Museu Arqueológico do Tirol do Sul; Pernter et al. (2007); Maixner et al., Current Biology (2018); Wang et al., Cell Genomics (2023). — Roopkund: Harney et al., Nature Communications (2019). — Franklin: bilhete de Victory Point (McClintock, 1859); relatório de John Rae (1854); Keenleyside et al. (1997); Swanston et al. (2018); Parks Canada; Stenton et al. (2024). — Llullaillaco: Wilson et al., PNAS (2007 e 2013); Constanza Ceruti; Museo de Arqueología de Alta Montaña (Salta). — Everest: relato de Noel Odell (Alpine Journal, 1924); National Geographic (2024); Himalayan Database. Imagens: Pexels, Wikimedia Commons, Nationaal Archief (Holanda), Royal Museums Greenwich. Cenas sem registro fotográfico são reconstituições geradas por IA. #Documentario #MisteriosDoGelo #PassoDyatlov #Otzi #Roopkund #ExpedicaoFranklin #Llullaillaco #Everest #MalloryIrvine #MisteriosReais #HistoriaReal #Arqueologia #TerraDocs