25 Almoços de Domingo de Quem Cresceu POBRE e Se Sentia Rico Naquele Dia
O Brasil Que Sabia
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25 Almoços de Domingo de Quem Cresceu POBRE e Se Sentia Rico Naquele Dia
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Numa casa que atravessava a semana inteira sem carne, o domingo era o único dia em que a mesa enchia. A criança acordava antes do sol e descobria pelo cheiro de alho que aquele dia era diferente. Na segunda-feira o prato voltava a ser arroz, feijão e farinha, e ninguém avisava.
São vinte e cinco almoços de domingo de quem cresceu pobre, dos anos cinquenta aos anos oitenta, com o nome que cada prato carregava em cada região, o preço do ano em que era feito na moeda daquele tempo e a razão técnica de aquilo virar festa uma vez por semana. Do terreiro à missa, do forno de barro no quintal ao campo de várzea, do rio à estrada de quem vinha de longe visitar.
Conteúdo histórico. Comida guardada fora da geladeira, maionese com ovo cru e sangue fresco envolvem risco real: siga a orientação sanitária de hoje. Agora conta aqui embaixo: como a sua gente chamava o almoço de domingo, e de que município e de que estado eram eles?
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