Mourinho Tinha Razao O FUTURO que Provou Seu Desabafo Sobre o Manchester City
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Mourinho Tinha Razao O FUTURO que Provou Seu Desabafo Sobre o Manchester City
Music: "Static Motion" by Kevin MacLeod (incompetech.com) — Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 — https://creativecommons.org/licenses/...
Durante oito anos, o Mourinho defendeu um segundo lugar como se fosse um título. E quase todo mundo ria. Falavam: "coitado, tá com dor de cotovelo." Até que, no dia 25 de setembro de 2026, saiu a notícia que mudou o tom da conversa: o Manchester City teria sido considerado culpado em 114 de 115 acusações da Premier League. E aí a pergunta que fica é: e se o Mourinho nunca estava só reclamando?
Vamos voltar a 2018. O City faz 100 pontos. O United de Mourinho termina em segundo, com 81. Dezenove pontos de diferença. Parecia só uma goleada de elenco, né? Mas o Mourinho dizia que aquele vice era um dos melhores trabalhos da carreira dele. E repetia que o torcedor não sabia o que acontecia nos bastidores.
Na época, todo mundo entendeu que ele falava do United: um treinador cobrado para brigar com o City, sem poder contratar como o rival. Essa leitura fazia sentido. Só que talvez não fosse só isso. Olha a diferença na prática. O Guardiola, depois de uma primeira temporada sem título, reconstruiu praticamente a defesa inteira, com laterais caríssimos. O Mourinho reclamava que não tinha esse luxo.
E ele já vinha batendo nessa tecla antes. No Chelsea, em 2015, comentou que o City contratava no meio da temporada e que, para ele, as regras eram diferentes para aquele clube. Chegou a defender o castigo que realmente mexe com campeonato: perda de pontos. Em 2017, foi além. Disse que o City fazia o que queria, como se o Fair Play Financeiro não existisse. Na época, soou como despeito. Hoje, essas frases voltaram a circular.
Em novembro de 2018, o vazamento de e-mails do City sugeriu que parte do dinheiro apresentado como patrocínio poderia ter vindo do próprio dono do clube. O Mourinho já tinha deixado o United, mas a história dele ganhou outra cara. Em 2020, a UEFA baniu o City da Champions por duas temporadas. Pela primeira vez, o vice dele não parecia só choro. Só que o Tribunal Arbitral do Esporte derrubou o banimento, e o City ficou só com multa por não ter cooperado com a investigação. O Mourinho chamou a decisão de vergonhosa.
O raciocínio dele era simples: se o City era inocente, não devia pagar nada. Se era culpado, devia ser tirado da Europa. E o Guardiola? Sempre foi firme. Disse que o clube tinha sido injustiçado e que merecia um pedido de desculpas. Contou que perguntou à direção o que tinha acontecido, ouviu a explicação e acreditou. E avisou que, se descobrisse que mentiram, ele iria embora.
Vale lembrar: o City nega tudo. Em 2023, quando a Premier League apresentou as 115 acusações, o clube respondeu que se defenderia. E agora, depois da notícia, afirmou que o processo segue em andamento e que a posição dele não mudou. Então, o que sabemos hoje, sem exagero?
Primeiro: as acusações cobrem de 2009 a 2018. Ou seja, começam sete anos antes de o Guardiola chegar. Segundo: o veredito foi reportado pela imprensa inglesa, mas ainda não foi confirmado oficialmente pela Premier League. Terceiro: as punições ainda não foram definidas. Podem ir de multa a perda de pontos e, no extremo, até expulsão da liga.
E quarto: o City deve recorrer, então essa novela pode se arrastar por muito tempo. Ou seja, ninguém vai acordar amanhã campeão ou rebaixado. Mas o debate mudou de lugar. Por oito anos, parecia que o Mourinho só tentava explicar por que perdeu para o Guardiola. Só que o caso nunca foi sobre o Pep. Ele foi só o rosto do outro lado quando a discussão ficou pessoal.
Agora a pergunta é pra você: se o City for punido com pontos, aquele vice de 2018 passa a valer mais? Escreve nos comentários. E se você quer acompanhar o desfecho dessa história, se inscreve no canal, porque ela está longe de acabar.