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Vinil & Concreto - Depois que a Cidade Dorme (Visualizer)

Vinil & Concreto

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Vinil & Concreto - Depois que a Cidade Dorme (Visualizer)

14 просмотров · 13 дн. назад
Vinil & Concreto
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Depois que a Cidade Dorme é o terceiro single do Vinil & Concreto: jazz rap noturno sobre criar de madrugada, quando a cidade apaga e as ideias acendem. Contrabaixo acústico, piano esfumaçado, Rhodes, sax barítono e trompete com surdina sobre boom-bap e subgrave pesado. A Parte 2 vem em breve. Letra e direção: Guilherme Gentile Vozes e produção geradas com IA (Suno) Vinil & Concreto: a herança do disco encontra a cidade. LETRA Yeah… Baixa a luz. Deixa o baixo falar primeiro. Tem coisa que só faz sentido depois que a cidade dorme. Depois que a cidade dorme eu ainda tô pensando Não por medo de parar, só gostei de ir criando Uma ideia vira linha, uma linha vira plano Quando vejo já tem algo que não existia esse ano Nunca fui de fazer cena, nem de entrar pela aparência Prefiro uma pergunta boa do que falsa certeza Tem café que esfria ao lado, tela acesa na mesa E um milhão de pensamentos disputando a cabeça Já quebrei coisa tentando descobrir como funciona Já refiz do zero quando remendar não soluciona Talvez seja algum defeito, talvez seja minha forma Se existe outro caminho, a curiosidade me chama Mas não quero o mundo inteiro girando ao meu redor Quero só fazer direito o que encontrei pra fazer melhor Tem vitória que é pequena e ninguém vê acontecer E talvez sejam justamente as que fazem tudo crescer O baixo segue andando O relógio também Tem noite que eu construo Sem contar pra ninguém Depois que a cidade dorme Minha mente ainda acende Entre o jazz e os pensamentos Alguma coisa sempre aprende Eu não quero ser maior Nem menor do que eu sou Só deixar um pouco melhor Aquilo que na minha mão chegou Depois que a cidade dorme O grave invade o lugar Talvez amanhã ninguém perceba Mas eu vou saber que fiz mudar Aprendi que muita coisa não se resolve com pressa Que um sistema bem montado começa antes da peça Não é só juntar engrenagem e torcer pra funcionar É entender quem tá do outro lado e o que precisa entregar Eu gosto de automatizar o que ninguém quer repetir Dar inteligência ao caminho pra alguém poder prosseguir Mas ainda existe coisa que algoritmo não lê O tom de uma conversa, quem você escolhe proteger Tem trabalho, tem projeto, tem boleto, tem reunião Tem mensagem chegando junto com outra decisão E no meio dessa bagunça tem uma vida acontecendo Que não cabe numa tela nem num gráfico crescendo Então eu volto pra casa, deixo o mundo lá fora Tem alguém que me conhece quando a armadura vai embora E um cachorro provavelmente negociando um pedaço Como se nunca tivesse comido nada naquele espaço Hahaha… Ele comeu. Só tá negociando. Deixa o sax. Porque no fim a gente passa tanto tempo tentando construir alguma coisa grande… que às vezes esquece que as melhores partes já estão ali. Na sala. Na cozinha. Do nosso lado. Agora traz a bateria. Eu ainda quero longe, ainda penso lá na frente Mas tô tentando aprender a estar aqui no presente Porque quem vive planejando o próximo andar do prédio Pode perder a paisagem olhando só pro projeto Não preciso de aplauso pra saber quando deu certo Às vezes basta ver alguém usando aquilo de perto Uma coisa ficou simples, um problema desapareceu Talvez ninguém saiba o nome de quem resolveu — valeu Tenho mania de futuro, admito, sempre tive Se dá pra conectar duas coisas minha cabeça já revive “E se isso conversasse com aquilo?” — pronto, acabou Mais uma madrugada e algum serviço levantou Mas hoje o sax me lembra de respirar entre os compassos Nem toda pausa é atraso, nem silêncio é fracasso A música fica bonita porque sabe não tocar Talvez viver também seja aprender quando parar Depois que a cidade dorme Minha mente ainda acende Entre o jazz e os pensamentos Alguma coisa sempre aprende Eu não quero ser maior Nem menor do que eu sou Só deixar um pouco melhor Aquilo que na minha mão chegou Depois que a cidade dorme O grave invade o lugar Talvez amanhã ninguém perceba Mas eu vou saber que fiz mudar Contrabaixo sozinho. Piano bem baixo. Um sax lá no fundo. A cidade acorda daqui a pouco. E provavelmente… eu já tive outra ideia. #JazzRap #RapNacional #VinilEConcreto