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Gliptodonte: como um parente do tatu chegou a 2 toneladas?

Antes do Brasil

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Gliptodonte: como um parente do tatu chegou a 2 toneladas?

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Antes do Brasil
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O gliptodonte tinha uma couraça de osso que não dobrava, dentes que cresciam a vida toda e, em alguns gêneros, uma clava com espinhos na cauda. Em 2016, o DNA mostrou que ele era um tatu de verdade. Neste episódio: o peso em debate, as placas com furos de pulga da Bahia, a clava do Doedicurus do Rio Grande do Sul e o crânio de Lagoa Santa que só em 2026 virou uma espécie nova. O gliptodonte do Nordeste, o Glyptotherium, era menor: cerca de 375 kg. Série Gigantes do Brasil, episódio 6. Episódio anterior:    • Tigre-dentes-de-sabre: ainda vivia aqui qu...   Próximo episódio:    • Gliptodonte: os primeiros humanos caçavam ...   Capítulos 0:00 Abertura 0:55 Um tatu de verdade 2:45 Duas toneladas 4:02 A couraça 5:30 Dentes e pulgas 6:44 A clava 8:28 O crânio de Lund Fontes Delsuc et al. (2016), Current Biology 26: https://doi.org/10.1016/j.cub.2016.01... Mitchell et al. (2016), Molecular Ecology 25: https://doi.org/10.1111/mec.13695 Fariña & Vizcaíno (2001), Acta Palaeontologica Polonica 46: https://app.pan.pl/archive/published/... Luna et al. (2018), Acta Palaeontologica Polonica 63: https://doi.org/10.4202/app.00409.2017 Fariña, Vizcaíno & Bargo (1998), Mastozoología Neotropical 5: https://mn.sarem.org.ar/wp-content/up... Soibelzon et al. (2012), Revista Brasileira de Paleontologia 15: https://doi.org/10.4072/rbp.2012.1.09 Oliveira et al. (2010), Neues Jahrbuch für Geologie und Paläontologie: https://doi.org/10.1127/0077-7749/201... Carlini et al. (2022), Swiss Journal of Palaeontology 141: https://doi.org/10.1186/s13358-022-00... Pales, Porpino & Scherer (2023), Revista Brasileira de Paleontologia 26: https://doi.org/10.4072/rbp.2023.4.05 Pereira et al. (2012), Revista Brasileira de Paleontologia 15: https://doi.org/10.4072/rbp.2012.2.10 Zurita et al. (2009), Comptes Rendus Palevol 8: https://doi.org/10.1016/j.crpv.2009.0... Gillette & Ray (1981), Smithsonian Contributions to Paleobiology 40: https://archive.org/details/glyptodon... Omena et al. (2020), Historical Biology: https://doi.org/10.1080/08912963.2020... Saboyá-Díaz et al. (2022), Revista Panamericana de Salud Pública 46: https://doi.org/10.26633/RPSP.2022.124 Arbour & Zanno (2020), The Anatomical Record 303: https://doi.org/10.1002/ar.24093 Alexander, Fariña & Vizcaíno (1999), Zoological Journal of the Linnean Society 126: https://doi.org/10.1006/zjls.1997.0179 Blanco, Jones & Rinderknecht (2009), Proceedings of the Royal Society B 276: https://doi.org/10.1098/rspb.2009.1144 Le Verger et al. (2026), pré-print, ainda sem revisão: https://doi.org/10.64898/2026.04.21.7... Porpino, Fernicola & Bergqvist (2010), Journal of Vertebrate Paleontology 30: https://doi.org/10.1080/0272463100376... Barasoain et al. (2026): https://hal.science/hal-05630643 Cartelle (2002), Lundiana 3: https://doi.org/10.35699/2675-5327.20... Dicionário grego Liddell & Scott, verbete hoplophóros: https://www.perseus.tufts.edu/hopper/... Oliveira, Hansen & Porpino (2026), Journal of Mammalian Evolution: https://doi.org/10.1007/s10914-026-09... Imagens Imagens geradas por IA para o canal (Z-Image-Turbo): o gliptodonte no cerrado, o retrato, a lagoa e as versões verticais. São reconstruções: a cor e a pele são imaginadas. Tatu-canastra. Naturalist Tours (2022). CC0. Glyptodon. Richard Owen (1839). Domínio público. Retrato de Richard Owen. H. N. Hutchinson, Extinct Monsters (1910). Domínio público. Doedicurus. Alice B. Woodward (1912). Domínio público. Cerrado em Gouveia, Minas Gerais. Moosoop (2021). CC0. Glyptodon. J. Smit, Extinct Monsters (1910). Domínio público. Molde de Glyptodon. H. A. Ward (1866). Domínio público. Doedicurus e Glyptodon. R. Bruce Horsfall (1913). Domínio público. Esqueleto e carapaça de Glyptodon. H. A. Nicholson (1897). Domínio público. Glyptodon. D. T. Ansted (século 19). Domínio público. Placas da carapaça de um gliptodonte. Stefano Bolognini. CC BY 3.0. https://commons.wikimedia.org/wiki/Fi... Carapaça e esqueleto de Panochthus. Richard Lydekker (1895). Domínio público. Crânio de Panochthus. HTO (2009). Domínio público. Crânio de Doedicurus. Richard Lydekker (1894). Domínio público. Doedicurus. Othenio Abel (1908). Domínio público. Tubo da cauda de Hoplophorus euphractus. K. A. von Zittel (1880). Domínio público. Panochthus. Popular Science Monthly (1878). Domínio público. #Gliptodonte #Megafauna #PréHistóriaDoBrasil