Playbook de carreira no Santander: ir para fora pelo banco não é garantido
Ricardo Peruffo, CFA
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Playbook de carreira no Santander: ir para fora pelo banco não é garantido
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Ricardo Peruffo, CFA
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Nono episódio da série de playbooks por instituição, agora no Santander, a pedido de muita gente. A pergunta deste vídeo é a do meu slide de abertura: entrando no Santander, você está comprando uma carreira no Brasil ou no exterior?
Separo o que é Santander Brasil, o que é o CIB e o que é o grupo global, mostro o peso do Brasil dentro do grupo e onde o banco se encaixa entre os bancões. Depois passo pelas oito verticais e pelo ponto que decide a sua experiência: o mandato técnico da cadeira, front ou não front. Corporate, IB, financiamento estruturado, renda fixa e research, com o que eu consideraria e o que eu evitaria.
E respondo a pergunta que mais chega sobre o Santander: trabalhar lá abre porta para o exterior? Possível, é, porque já aconteceu. Frequente, não dá para medir, porque não existe métrica pública. Garantido, com certeza não. O logo é global, mas a sua cadeira pode ser totalmente local. Mostro o caminho Brasil para Espanha que eu acho plausível e o que está e o que não está no seu controle.
No fim: marca, cultura, remuneração, o que você ganha e o que pode custar, as portas de entrada, o que eu estudaria para uma entrevista amanhã, para quem o Santander faz sentido, o play que eu recomendo, o scorecard da série e o mapa de carreira.
Deixa nos comentários qual banco você quer ver no próximo episódio. E se você já fez uma transferência para fora por dentro de um banco, conta aí: esse relato ajuda muita gente.
CAPÍTULOS
0:00 Abertura
0:40 Você está comprando uma carreira no Brasil ou no exterior?
0:51 Santander Brasil, CIB e grupo global
1:36 Da Espanha ao Brasil: a história do banco
2:33 O peso do Brasil no grupo
3:15 Santander Brasil em números
4:08 Porte: entre os grandes bancos
4:56 Oito verticais e o mandato da cadeira
6:41 Corporate: o cliente como ponto de partida
7:40 Corporate internacional: como a rede ajuda
8:54 Dois casos reais: Embraer e Binter
9:15 O flywheel do corporate
11:38 IB no Brasil: evidência por produto
12:11 Financiamento estruturado
12:46 Renda fixa e research: quatro cadeiras
13:18 O Santander abre portas no exterior?
14:48 Brasil para Espanha: um caminho plausível
17:41 O logo é global. Sua cadeira é?
18:29 Itaú BBA, Santander CIB ou J.P. Morgan?
20:04 Marca: reconhecimento não é acesso
20:25 Cultura: fatos, relatos e interpretação
21:30 Remuneração
22:13 O que você ganha e o que pode custar
22:54 Portas de entrada: CIB e varejo
23:38 Se eu tivesse uma entrevista amanhã
25:10 O processo seletivo
26:05 Para quem o Santander faz sentido
27:32 Corporate com clientes globais
28:46 A alternativa: structured e project finance
29:11 O play: especialista e global seletivo
29:30 Scorecard e mapa de carreira
31:00 Veredito e fecho
O PLAY
Especialista com um global seletivo. Eu consideraria corporate com clientes multinacionais ou structured finance, com formação e execução. Validaria gestor, produtos, pipeline, remuneração e exemplos reais de mobilidade do time. E evitaria aceitar uma vaga pouco atraente só pela promessa vaga de morar fora.
O exterior é uma opção a construir com uma cadeira que já faça sentido hoje.
O VÍDEO QUE EU CITO
Sua carreira é mais aleatória do que você imagina: • Sua carreira é mais aleatória do que você ...
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