A Conta Não Fecha | Trap Gospel com Letra (Mateus 18–23)
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A Conta Não Fecha | Trap Gospel com Letra (Mateus 18–23)
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Trap gospel com letra sobre a conta de Deus que não fecha do nosso jeito: noventa e nove não bastam, o perdão não tem limite e Ele rasga a dívida que eu nunca ia pagar.
Leia o devocional de Mateus 18–23 e acompanhe a letra: https://oremassim.vercel.app/mateus/m...
Capítulos
0:00 Intro
0:18 Verso 1: Perguntaram quem é o maior, e Ele chamou…
0:53 Refrão
1:13 Post-Chorus
1:47 Refrão
2:08 Post-Chorus
2:49 Ponte: Ele pagou o que eu devia, até o que eu ne…
3:10 Refrão
3:31 Post-Chorus
Letra
Yeah, yeah
No templo, moeda tilintava, cada um pagando o seu lugar
Até o Rei virar a mesa pra quem não tinha o que pagar
Perguntaram quem é o maior, e Ele chamou uma criança
No Reino o maior é quem desce, e não quem mais avança
Noventa e nove no curral, e o pastor contou de novo
Faltava uma, e pra Ele uma a menos é o mundo todo
Pedro pediu um limite: "Sete vezes eu perdoo, já basta?"
"Setenta vezes sete": perdão que não acaba nem se gasta
Um servo devia dez mil talentos, e o rei perdoou na hora
Saiu esganando um colega por cem moedas lá fora
E eu, perdoado de uma conta que nunca ia quitar
Seguro o pescoço de quem me deve um trocado pra cobrar?
Na matemática da graça, a conta não fecha
E pro último da fila sempre sobra uma brecha
Ele virou a mesa de quem cobrava pra entrar
E rasgou a minha dívida que eu nunca ia pagar
Noventa e nove não bastam quando falta eu
Ele deixou o curral e foi buscar o que era Seu
A conta não fecha (ê)
A graça não se paga (ê)
Um jovem rico perguntou o que faltava pra ser perfeito
Ouviu "vende tudo e me segue" e foi embora do mesmo jeito
Na vinha, quem chegou na última hora recebeu o dia inteiro
Porque a graça nunca foi salário, e o último vira primeiro
Os amigos pediram trono, de cada lado um lugar
Os cegos pediram só pra ver, e Jesus parou pra tocar
Ele disse: "Quem quiser ser grande, que aprenda a servir"
Deu a vida em resgate, quitou a conta e me deixou sair
Na matemática da graça, a conta não fecha
E pro último da fila sempre sobra uma brecha
Ele virou a mesa de quem cobrava pra entrar
E rasgou a minha dívida que eu nunca ia pagar
Noventa e nove não bastam quando falta eu
Ele deixou o curral e foi buscar o que era Seu
A conta não fecha (ê)
A graça não se paga (ê)
A cidade gritou "Hosana" e jogou o manto no chão
E o Rei veio manso num jumento, sem espada na mão
No templo, as moedas rolaram quando a mesa virou
E o cego e o aleijado entraram, e a criança cantou
Contavam folha de hortelã pro dízimo, e esqueciam o que mais pesa
Justiça, misericórdia e fé ficaram fora da mesa
Coaram o mosquito e engoliram o camelo inteiro
Quem conta folha de hortelã esquece o amor verdadeiro
Depois dos "ais", olhou pra Jerusalém e começou a chorar
Quis juntar como a galinha junta, e ela não quis voltar
Ele pagou o que eu devia, até o que eu nem via
Pagou a culpa da noite, pagou a vergonha do dia
Pagou com o silêncio, pagou com a coroa de espinho
Pagou com a vida inteira, pra eu não pagar sozinho
E quando eu cheguei no balcão, com medo, pra acertar
Ele mostrou a conta rasgada: "Não tem mais nada pra pagar"
Na matemática da graça, a conta não fecha
E pro último da fila sempre sobra uma brecha
Ele virou a mesa de quem cobrava pra entrar
E rasgou a minha dívida que eu nunca ia pagar
Noventa e nove não bastam quando falta eu
Ele deixou o curral e foi buscar o que era Seu
A conta não fecha (ê)
A graça não se paga (ê)
Na matemática da graça
A conta não fecha
Música criada com inteligência artificial (Suno) a partir de uma letra original do Orem Assim.
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