Hexa é Luxo, Episódio 1: o time que começava a se desfazer
Durval Náutico
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Hexa é Luxo, Episódio 1: o time que começava a se desfazer
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Em 1968, o Náutico entrava na temporada como pentacampeão pernambucano, vice-campeão da Taça Brasil e representante do Brasil na Taça Libertadores. Mas o mesmo time que vinha vencendo desde 1963 já não era mais o mesmo.
Salomão trocou o futebol pela neurologia. Gilson Saraiva já tinha deixado os gramados pela hematologia dois anos antes. Clóvis rompeu os ligamentos de um joelho numa noite chuvosa contra o Íbis e não voltou mais a jogar. Bita, ainda em recuperação de cirurgia, disputou uma única partida no ano inteiro. O goleiro Lula seguiu para o Corinthians, em São Paulo. Um a um, os jogadores que escreveram a história do Hexa iam saindo de campo, por lesão, por transferência ou pela faculdade.
Este é o primeiro episódio da série sobre o hexacampeonato pernambucano de 1968, o sexto título seguido do Náutico. Antes de contar como o título foi conquistado, é preciso contar como ele quase não aconteceu.
No próximo episódio: a queda do invencível. Assista na playlist Hexa é Luxo.
Este vídeo usa recriações visuais geradas por inteligência artificial de pessoas, lugares e cenas de 1968, a partir de registros históricos e do relato factual da campanha. Nenhuma cena reproduz um flagrante real da época; são reconstituições. Fontes: "Memória Alvirrubra", páginas 219 a 234, e acervo do clube.
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