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POLICIAL CIVIL DIZ “MATEI UM NOIADO” E É CONFRONTADO NO TRIBUNAL DO JÚRI

CASOS REAIS DE TRIBUNAL DO JÚRI

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POLICIAL CIVIL DIZ “MATEI UM NOIADO” E É CONFRONTADO NO TRIBUNAL DO JÚRI

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CASOS REAIS DE TRIBUNAL DO JÚRI
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🔴 INTERROGATÓRIO DO ACUSADO | POLICIAL CIVIL ADMITE O FATO, ALEGA LEGÍTIMA DEFESA E É CONFRONTADO PELO PROMOTOR Neste vídeo, você acompanha o interrogatório do acusado Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, policial civil levado a julgamento pelo Tribunal do Júri após a morte de um policial militar em uma conveniência de Cuiabá. Logo no início do interrogatório, ao ser questionado sobre a acusação de homicídio, Mário Wilson responde que ela é verdadeira, mas passa a sustentar que agiu diante de uma situação que, segundo sua versão, colocava sua própria vida em risco. A partir daí, ele apresenta sua narrativa sobre o que aconteceu naquela madrugada e defende que sua atuação teria ocorrido em legítima defesa. Segundo o acusado, ele chegou à conveniência acompanhado de um amigo e encontrou um conhecido da Polícia Civil. Nesse momento, foi apresentado à vítima, Thiago, mas afirma que não acreditou imediatamente que ele fosse policial militar. Durante o interrogatório, Mário relata que passou a desconfiar da situação e questionou a identidade funcional da vítima. O acusado também admite que havia consumido bebida alcoólica naquela noite, porém afirma que o consumo teria sido moderado e que não estava embriagado. Ele descreve uma noite que passou por jogo de futebol, encontro com amigos, música ao vivo, deslocamentos pela cidade e, já de madrugada, a chegada à conveniência onde os fatos ocorreram. Um dos pontos centrais da versão apresentada por Mário Wilson é a alegação de que, ao perceber que Thiago estava armado, decidiu retirar a arma para verificar sua procedência. O acusado chama essa conduta de “abordagem legítima” e sustenta que não tinha intenção inicial de atirar ou colocar a vida da vítima em risco. A partir da entrada do Ministério Público nas perguntas, o interrogatório fica muito mais tenso. O promotor começa a reconstruir detalhadamente a noite anterior ao fato: horários, locais, bebida, presença da esposa, amigos e o momento em que o acusado chegou à conveniência. Em vários momentos, Mário Wilson afirma não se recordar com precisão dos horários e atribui essas dificuldades ao caráter traumático dos acontecimentos. Durante esse confronto, surgem intervenções da defesa, inclusive do advogado Daledone Junior, que questiona a forma de algumas perguntas e pede que determinadas considerações sejam deixadas para os debates. Em um dos trechos mais tensos, a discussão passa pela Constituição e aparece a troca: “LEIA A CONSTITUIÇÃO.” “JÁ LI VÁRIAS VEZES, QUASE DE CABEÇA.” “NÃO PARECE.” Mais adiante, quando o promotor insiste nas respostas e tenta obter maior objetividade, a defesa volta a intervir com outra frase que marca o interrogatório: “É BATE-BOCA OU É PERGUNTA?” A defesa sustenta que o interrogatório é também momento de autodefesa e que o acusado deveria ter espaço para responder e explicar sua versão antes de novas considerações da acusação. Um dos pontos mais fortes do interrogatório surge quando o promotor passa a explorar uma possível contradição na narrativa do acusado. Mário Wilson afirma que não acreditava que Thiago fosse policial militar. Porém, ao explicar por que deixou o local depois do ocorrido, diz que teria sido alertado de que a Polícia Militar poderia chegar e reagir contra ele porque a vítima seria policial. O vídeo mostra, portanto, um interrogatório marcado por confissão do fato, alegação de legítima defesa, questionamentos sobre a identificação da vítima como policial militar, consumo de bebida alcoólica, reconstrução da madrugada, discussão sobre armas, confronto entre defesa e Ministério Público e aparentes contradições na versão apresentada pelo acusado. Inscreva-se no canal para acompanhar Tribunal do Júri, interrogatórios de réus, debates entre defesa e Ministério Público, depoimentos, provas, decisões dos jurados e casos reais completos. Mário Wilson Vieira da Silva Gonçalves, Mário Wilson policial civil, policial civil acusado, policial militar vítima, interrogatório do acusado, interrogatório de réu, Daledone Junior, advogado Daledone Junior, promotor de justiça, Tribunal do Júri Cuiabá, legítima defesa, abordagem legítima, matei um noiado, policial civil x policial militar, conveniência Cuiabá, homicídio Tribunal do Júri, júri popular, interrogatório completo, defesa criminal, Ministério Público, processo penal, julgamento criminal, caso real, crime real, discussão no júri, confronto entre advogado e promotor, laudo toxicológico, fenacetina, arma de fogo, prova no Tribunal do Júri, julgamento em Cuiabá, casos reais de tribunal. HASHTAGS: #TribunalDoJuri #Interrogatorio #MárioWilson #DaledoneJunior #PolicialCivil #PolicialMilitar #LegitimaDefesa #Julgamento #JuriPopular #MinisterioPublico #DefesaCriminal #ProcessoPenal #DireitoPenal #CasoReal #CasosReais #Cuiaba #JulgamentoCriminal #CrimeReal